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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Os melhores Livros de Xadrez

Aprenda com os grandes mestres...

A prática do meu sistema, Nimzovitsch

ABC das aberturas, GM Darcy Lima/ Julio Lapertosa

Ataque e contra-ataque no xadrez, Fred Reinfeld

101 aberturas surpresa no xadrez, Grahan Burgess

Chess, knowledge, training, mastery, Zlotnik

Cinco coroas- Kasparov x Karpov, GM Seirawan/ Jonathan Tisdall

50 maneiras de vencer no xadrez, Steve Giddins

Como calcular as táticas do xadrez, Valeri Beim

Como pensar em xadrez, Jan Przewoznik

Como jogar um xadrez dinâmico, Valeri Beim

Consciência estratégica, Munir Calixto

Conto de xadrez - prático, Rubens Filguth

Conto de xadrez, Rubens Filguth

Curso de xadrez vol. 1, Zlotnik e Col.

Curso de xadrez vol. 2, Zlotnik e Col.

Defesa siciliana, John Emms

Dominando aberturas no xadrez, E. Gufeld/ Kalinichenko

Dominando as aberturas de xadrez vol. 1, John Watson

Dominando as aberturas de xadrez vol. 2, John Watson

Dominando as aberturas de xadrez vol. 3, John Watson

202 xeques mates surpreendentes, Fred Wilson/ Bruce Alberston

El arte del ajedrez, Cámara

Epopéia do campeonato brasileiro de xadrez, Waldemar Costa

Estratégia do xadrez em ação, John Watson

História do xadrez, Edward Lasker

Iniciação ao xadrez, Manzano/ Segura Vila

Iniciação ao xadrez para criança, Giroma

Inteligências em confronto (campeonatos mundiais), Rubens Filguth

Kasparov, P. Morán

Kasparov against the world

Lições elementares de xadrez, Capablanca

Lições de estratégia no xadrez, Valeri Beim

Maiorias qualitativas nas defesas indias, Henrique Marinho

Manual completo de aberturas de xadrez, Fred Reinfeld

Manual de xadrez, Idel Becker

Matrizes táticas, Rubens Filguth

Meu primeiro livro de xadrez, Augusto Tirado/ Wilson Silva

Meu sistema, Nimzovitsch

Meus grandes predecessores Vol. 1, Kasparov

Meus grandes predecessores Vol. 2, Kasparov

Meus grandes predecessores Vol. 3, Kasparov

Meus grandes predecessores Vol. 4, Kasparov

Meus grandes predecessores Vol. 5, Kasparov

O espirito da abertura, Gérson P. Batista/ Joel Cintra

O mosqueteiro do rei - Félix Sonnenfeld, Gil Cléber Duarte Carvalho

O teste do tempo, Kasparov

O xadrez dos grandes mestres, Manzano/ Gonzáles

Onde mora o perigo - 150 exercícios para prevenir surpresas táticas, Doro

Os segredos dos grandes mestres, John Nunn

Peões mágicos, Herman Claudius Van Riemsdijk/ Willem Diederik Hajenius

Por que o xadrez nas escolas, Uvencio Blanco trad. Jerry Pilati

500 xeques-mates chocantes, João R. Barroso

Segredo da moderna estratégia, John Watson

Técnicas de finais em xadrez, Euwe e Hooper

Treinamento completo de xadrez - 1200 quebra-cabeça, Richard Palliser

Xadrez, Ed. DCL

Xadrez de a a z (dicionário ilustrado), Rubens Filguth

Xadrez dicas para iniciantes, Mathew Sadler

Xadrez 200 testes geniais estilo quebra cabeça, Martin Greif

Xadrez e a estratégia do dia-a-dia, Shitsuka

Xadrez e as estratégias de poder nas organizações, Ricardo/ Shitsuka

Xadrez imaginário - Problemas de xadrez, Almiro Zarur

Xadrez introdução à organização e arbitragem, Carlos Calleros

Xadrez nocautes fulminantes, Julian Hodgson

Xadrez para criança, Giroma

Xadrez partidas selecionadas de V. V. Smyslov

Xadrez pré-escolar: uma abordagem pedagógica para o professor, Sylvio Rezende

Xadrez sem mistérios, Richard M. Rusly/ Alan C. Kub

Xadrez táticas & estratégias dos campeões, Ted Nottingham

Xadrez tratado geral em três volumes Vol. 1 - teoria geral, Giusti

Xadrez tratado geral em três volumes Vol. 2 - abertura e meio-jogo, Giusti

Xadrez tratado geral em três volumes Vol. 3 - finais, Giusti

Xadrez vitorioso - aberturas, Yasser Seirawan

Xadrez vitorioso - combinações, Yasser Seirawan

Xadrez vitorioso -estratégias, Yasser Seirawan

Xadrez vitorioso - finais, Yasser Seirawan

Xadrez vitorioso - táticas, Yasser Seirawan

Xeque-mate! Meu primeiro livro de xadrez, Garry Kasparov


baixem em www.4shared.com

livros disponíveis no xadrez magistral


Livros
A arte da analise, Luiz Roberto da Costa Júnior
A importância do xadrez, Rubens Filguth
A prática do meu sistema, Nimzovitsch
ABC das aberturas, GM Darcy Lima/ Julio Lapertosa
Aprenda xadrez com Garry Kasparov, Kasparov
Ataque e contra-ataque no xadrez, Fred Reinfeld
101 aberturas surpresa no xadrez, Grahan Burgess
Cartilha de xadrez, Alfredo Pereira dos Santos
Cinco coroas- Kasparov x Karpov, GM Seirawan/ Jonathan Tisdall
50 maneiras de vencer no xadrez, Steve Giddins
Como calcular as táticas do xadrez, Valeri Beim
Como pensar em xadrez, Jan Przewoznik
Como jogar um xadrez dinâmico, Valeri Beim
Consciência estratégica, Munir Calixto
Conto de xadrez - prático, Rubens Filguth
Conto de xadrez, Rubens Filguth
Curso de xadrez vol. 1, Zlotnik e Col.
Curso de xadrez vol. 2, Zlotnik e Col.
Defesa siciliana, John Emms
Dominando aberturas no xadrez, E. Gufeld/ Kalinichenko
Dominando as aberturas de xadrez vol. 1, John Watson
Dominando as aberturas de xadrez vol. 2, John Watson
Dominando as aberturas de xadrez vol. 3, John Watson
Dominando as aberturas de xadrez vol. 4, John Watson
Duelos de xadrez, Yasser Seirawan 72,00
202 xeques mates surpreendentes, Fred Wilson/ Bruce Alberston
El arte del ajedrez, Cámara
Epopéia do campeonato brasileiro de xadrez, Waldemar Costa
Estratégia do xadrez em ação, John Watson
Gigantes do xadrez agressivo, Neil MacDonald
História do xadrez, Edward Lasker
Iniciação ao xadrez, Manzano/ Segura Vila
Iniciação ao xadrez para criança, Giroma
Inteligências em confronto (campeonatos mundiais), Rubens Filguth
Kasparov against the world
Lições elementares de xadrez, Capablanca
Lições de estratégia no xadrez, Valeri Beim
Maiorias qualitativas nas defesas indias, Henrique Marinho
Manual completo de aberturas de xadrez, Fred Reinfeld
Manual de xadrez, Idel Becker
Matrizes táticas, Rubens Filguth
Meu primeiro livro de xadrez, Augusto Tirado/ Wilson Silva
Meu sistema, Nimzovitsch
Meus grandes predecessores Vol. 1, Kasparov
Meus grandes predecessores Vol. 2, Kasparov
Meus grandes predecessores Vol. 3, Kasparov
Meus grandes predecessores Vol. 4, Kasparov
Meus grandes predecessores Vol. 5, Kasparov
No mundo encantado do xadrez, Shitzuka
O ensino d xadrez na escola, Abel Segura Fontarnau
O espirito da abertura, Gérson P. Batista/ Joel Cintra
O mosqueteiro do rei - Félix Sonnenfeld, Gil Cléber Duarte Carvalho
O teste do tempo, Kasparov
O xadrez dos grandes mestres, Manzano/ Gonzáles
Onde mora o perigo - 150 exercícios para prevenir surpresas táticas, Doro
Os segredos dos grandes mestres, John Nunn
Paul Morphy - A genealidade no xadrez, Luiz Roberto da Costa Junior
Peões mágicos, Herman Claudius Van Riemsdijk/ Willem Diederik Hajenius
Por que o xadrez nas escolas, Uvencio Blanco trad. Jerry Pilati
500 xeques-mates chocantes, João R. Barroso
Segredo da moderna estratégia, John Watson
Sucesso no xadrez, Luciano Ferreira
Técnicas de finais em xadrez, Euwe e Hooper
Treinamento completo de xadrez - 1200 quebra-cabeça, Richard Palliser
Xadrez, Ed. DCL
Xadrez de a a z (dicionário ilustrado), Rubens Filguth
Xadrez dicas para iniciantes, Mathew Sadler
Xadrez 200 testes geniais estilo quebra cabeça, Martin Greif
Xadrez e a estratégia do dia-a-dia, Shitsuka
Xadrez e as estratégias de poder nas organizações, Ricardo/ Shitsuka
Xadrez imaginário - Problemas de xadrez, Almiro Zarur
Xadrez introdução à organização e arbitragem, Carlos Calleros
Xadrez nocautes fulminantes, Julian Hodgson
Xadrez para criança, Giroma
Xadrez partidas selecionadas de V. V. Smyslov
Xadrez pré-escolar: uma abordagem pedagógica para o professor, Sylvio Rezende
Xadrez sem mistérios, Richard M. Rusly/ Alan C. Kub
Xadrez táticas & estratégias dos campeões, Ted Nottingham
Xadrez tratado geral em três volumes Vol. 1 - teoria geral, Giusti
Xadrez tratado geral em três volumes Vol. 2 - abertura e meio-jogo, Giusti
Xadrez tratado geral em três volumes Vol. 3 - finais, Giusti
Xadrez vitorioso - aberturas, Yasser Seirawan
Xadrez vitorioso - combinações, Yasser Seirawan
Xadrez vitorioso -estratégias, Yasser Seirawan
Xadrez vitorioso - finais, Yasser Seirawan
Xadrez vitorioso - táticas, Yasser Seirawan
Xeque-mate! Meu primeiro livro de xadrez, Garry Kasparov
Enciclopédias e monografias
Enciclopédia de aberturas vol. C
Enciclopédia de aberturas vol. D
Enciclopédia de aberturas vol. E
Enciclopédia de combinações
Enciclopédia de finais - bispo e cavalo
Enciclopédia de finais - damas
Informador 90
Informador 97
Monografias de aberturas A58-59, Karpov
Monografias de aberturas A70, Gelfand/ Kapengut
Monografias de aberturas B66, Anand
Monografias de aberturas C05-06, Bareev
Xadrez e literatura
Alice - edição comentada, Lewis Carrol
Amphitryon, Ignacio Padilha
Medo, Stefan Zweig
Xeque-mate! A vida é um jogo, Garry Kasparov
La Casa del Ajedrez
Ajedrez de Los Grandes Maestros Jugada a Jugada - John Nunn
Ajedrez Jugada a Jugada - La Apertura Española, Neil MacDonald
Al Ataque - Mikhail Tal
Aprenda Aperturas - El Gambito da Dama - Neil McDonald
Aprenda Aperturas - Gane Com 1.D4! - John Cox
Aprenda Aperturas - La Apertura Inglesa - Neil McDonald
Aprenda Aperturas - La Defensa Caro-Kann - Joe Gallagher
Aprenda Aperturas - La Defensa Francesa - Byron Jacobs
Aprenda Aperturas - La Defensa India de Rey - Joe Gallagher
Aprenda Aperturas - La Defensa Siciliana - John Emms
Aprenda Aperturas - Las Defensas Eslava Y Semi-Eslava - Glenn Flear
Aprenda Tacticas de Ajedrez (2ª Edicion) - John Nunn
Calcule com Exito em Ajedrez - Valeri Beim
Claves del Ajedrez Practico - John Nunn
Como Jugar com Facilidad los Finales - Ian Snape
Comprender el Juego de Peones em Ajedrez - Drazen Marovic
Curso de Aperturas - Sistemas Abiertos - Daniel Elguezábal Varela
Curso de Aperturas - Sistemas Cerrados - Daniel Elguezábal Varela
Curso de Aperturas - Sistemas SemiAbiertos - 1ª Parte -Daniel Elguezábal Varela
Curso de Aperturas - Sistemas SemiAbiertos - 2ª Parte -Daniel Elguezábal Varela
Disculpen las Aperturas... Los Finales son Fund. 1-Dragan Barlov-Nicola Karaklajic
Disculpen las Aperturas... Los Finales son Fund. 2-Dragan Barlov-Nicola Karaklajic
Estrategia I - Mikhail Botvinnik
Estrategia II - Mikhail Botvinnik
Estrategia III - Mikhail Botvinnik
Juego Dinamico de Peones - Drazen Marovic
Juegue La Najdorf - Javier Moreno Carnero - Julen Arizmendi
La Planificacion del Final I - Shereshevsky – Slutsky
La Planificacion del Final II - Shereshevsky – Slutsky
Los Siete Pecados Capitales (2ª Edicion) - Jonathan Rowson
Mejore Su Ajedrez Posicional, Carsten Hansen
Mi da Su Fuerza Ajedrecistica - Volume 1 - August Livshitz
Mi da Su Fuerza Ajedrecistica - Volume 2 - August Livshitz
Mi da Su Fuerza Ajedrecistica - Volume 3 - August Livshitz
Perfeccione su Ajedrez - Andrei Volokitin y Vladimir Grabinsky
Secretos del Ajedrez Posicional - Drazen Marovic
Secretos de la Transformaciones en Ajedrez, Drazen Marovic
Tecnica Creativa em el Medio Juego - Alfonso Romero Holmes
Tecnica Para el Jugador de Torneo - Mark Dvoretsky
Tratado General de Ajedrez I: Rudmentos - Roberto Grau
Tratado General de Ajedrez II: Tactica Y Estrategia - Roberto Grau
Tratado General de Ajedrez III: Conformaciones de Peones - Roberto Grau
Tratado General de Ajedrez IV: Estategia Superior - Roberto Grau

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

openSUSE

O projecto openSUSE consiste num esforço duma comunidade mundial patrocinado pela Novell que promove o uso do Linux nos quatro cantos do mundo. Este programa permite o acesso fácil e gratuito ao openSUSE. Aqui poderá encontrar e juntar-se a uma comunidade de utilizadores e programadores com um mesmo objectivo— criar e distribuir a distribuição Linux mais usável no mundo. O openSUSE também disponibiliza as bases para os SUSE Linux Enterprise produtos premiados da Novell.
http://pt.opensuse.org/Bem-vindo_ao_openSUSE.org

O projecto openSUSE é um programa comunitário patrocionado pela Novell. Promovendo o uso de Linux por toda a parte, o openSUSE.org disponibiliza gratuitamente, de fácil acesso para todas as mais usadas distribuições Linux, o openSUSE. O projecto openSUSE oferece aos programadores e entusiastas de Linux tudo o que necessitam para começar.

Os objectivos do projecto openSUSE são:

Tornar o openSUSE a distribuição Linux mais acessível e a mais utilizada plataforma de código livre.
Disponibilizar um ambiente para colaboração de código livre que torne o openSUSE a melhor distribuição Linux tanto para utilizadores Linux novos como para experientes.
Abrir e simplificar dramaticamente o processo de desenvolvimento e empacotamento de forma a tornar o openSUSE a plataforma de escolha de utilizadores experientes e programadores.
Com o lançamento do projecto openSUSE, o openSUSE é agora desenvolvido num modelo aberto—público desenvolvimento de compilação e lançamentos. Fontes serão aqui postas frequentemente e irá ter acesso à nossa base de dados Bugzilla para reportar defeitos. Poderá ainda juntar-se a listas de correio interessantes assegurando que estará sempre par das ocorrências do projeto openSUSE e da distribuição openSUSE. Com o tempo (veja a o nosso projecto de roteiro), criaremos as infrastucturas de desenvolvimento da próxima distribuição incluindo o sistema de gestão de código e um serviço de compilação público.

Baixe o Dvd do Open Suse:  https://www.opensuse.org/

Fedora a partir do pendrive de bootUSB


O Fedora é um sistema operacional baseado em Linux, que traz tecnologia de ponta em software livre e gratuito. O Fedora é sempre livre para que qualquer pessoa possa usar, modificar e distribuir. Ele é feito por pessoas em todo o mundo que trabalham em conjunto, como uma comunidade: o Projeto Fedora. O Projeto Fedora é aberto e qualquer pessoa é bem-vinda a participar. https://getfedora.org/pt_BR/

O Projeto Fedora vem até você, liderando o avanço em software livre, gratuito e em conteúdo..

Requerimentos:
Para criar um pendrive de boot USB do Fedora, você irá precisar de:
uma conexão de Internet via banda larga.
um pendrive de 4GB
software que permite que você crie  pendrive a partir de um arquivo de imagem:
https://getfedora.org/fmw/FedoraMediaWriter-win32-4.1.4.exe
https://getfedora.org/fmw/FedoraMediaWriter-osx-4.1.4.dmg

Baixe a imagem do Fedora:
https://download.fedoraproject.org/pub/fedora/linux/releases/31/Workstation/x86_64/iso/Fedora-Workstation-Live-x86_64-31-1.9.iso


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Por que jogar xadrez???

Por que jogar xadrez?



O Xadrez é o segundo esporte mais praticado no mundo, abaixo apenas do futebol. É um grande impulsionador da imaginação, que também contribui para o desenvolvimento da memória, da capacidade de concentração e da velocidade de raciocínio. Foi constatado que o Xadrez desempenha um importante papel socializante, por ensinar a lidar com a derrota e com a vitória, mostrando que a derrota não é sinônimo de fracasso nem vitória é sinônimo de sucesso.

O Xadrez é capaz de mostrar as consequências de atitudes displicentes, que não tenham sido previamente calculadas e, por conseguinte, estimula o hábito de refletir antes de agir, além de ensinar a arcar com as responsabilidades dos próprios atos.

O Xadrez é uma arte de grande beleza e apresenta imensa riqueza de possibilidades. É um passatempo agradável e instrutivo que entreteve grandes personalidades de nossa história como Napoleão, Einstein, Voltaire, Goethe, Montesquieu, Benjamin Franklin, Victor Hugo, Machado de Assis e Monteiro Lobato – para citar apenas alguns. E hoje é um esporte que pode ser jogado não presencialmente, através de redes de computadores como a Internet, estando o adversário em qualquer lugar do planeta, e por isso o que mais cresce em adeptos, sendo já considerado o esporte do novo milênio.

Se quisermos também uma explicação científica que mostre os benefícios práticos que podem ser alcançados pela prática desse esporte, poderíamos apresentar opiniões e pesquisas de pedagogos, psicólogos, intelectuais e instrutores de xadrez. Resumindo os resultados, conclui-se o Xadrez contribui para o desenvolvimento das faculdades mentais.

Num estudo realizado na ex-Alemanha Oriental, comparando o desenvolvimento de grupos de estudantes de diversas idades, separando-os em dois grupos: os que jogavam e os que não jogavam Xadrez, concluiu-se que:

O Xadrez estimula a atividade intelectual e estabiliza a personalidade de crianças e jovens durante seu crescimento. Isso é evidente, sobretudo, na puberdade: crianças que jogam Xadrez apresentam menos crises decorrentes das transformações dessa fase etária do que as que não jogam.
O raciocínio lógico e a capacidade de cálculo são estimulados, produzindo excelentes resultados no desempenho escolar, com destaque particularmente notável nos casos da Física e da Matemática.
Em aspectos gerais, os alunos que jogam Xadrez apresentam nítida superioridade em força de vontade, tenacidade, memória e concentração.
O Xadrez ensina a criança a avaliar as consequências dos seus atos, tornando-as mais prudentes e responsáveis.
Também em pesquisas realizadas na Inglaterra, chegou-se à conclusão de que a concentração e a habilidade em formular e posteriormente concretizar planos no tabuleiro contribui significativamente para a tomada de decisões e execução das mesmas no jogo muito mais importante, que é o jogo da vida.

No caso das crianças e jovens, o Xadrez estimula o desenvolvimento intelectual; no caso dos adultos e idosos, o Xadrez contribui preservando por mais tempo a agilidade mental.


Educar o raciocínio

O Xadrez merece crédito, porque ensina às crianças o mais importante na solução de um problema, que é saber olhar e entender a realidade que se apresenta.

E além disso, aprender que as peças no Xadrez não têm valores absolutos, que se deve controlar a posição das demais peças, tanto as próprias quanto as do adversário, para armar uma estratégia. Ter a percepção de flexibilidade e reversibilidade do pensamento que ordena o jogo.

Quantas vezes podemos notar crianças fracassando em matemática, por exemplo, ao não entenderem o que o enunciado do problema lhes diz? Não sabem analisá-lo, aprendem fórmulas de memória; quando encontram textos diferentes não acham a resposta correta.

Deve-se conseguir que as crianças encontrem seu próprio sistema de ação e, para isso, tem-se que evitar, sempre que possível, as soluções mecanizadas.

Assim, na escola secundária, com os dados de um teorema e sua idéia, a demonstração pode ser encontrada pelo aluno, porém, para que isso aconteça, é importante um certo treino na escola fundamental.

Nossa idéia é que em uma época na qual os conhecimentos nos ultrapassam em quantidade e a vida é efêmera, a melhor ferramenta que a criança pode obter em sua escolaridade é um pensamento organizado.

O valor educativo do xadrez

Partindo da premissa de que o desenvolvimento do raciocínio é elemento fundamental para que a cidadania se efetive, apresentamos o jogo de Xadrez como complemento à educação escolar.
Esta atividade proporciona não apenas mais uma opção de lazer, mas a possibilidade de valorizar o raciocínio através de um exercício lúdico. Segundo Charles Partos, mestre internacional suíço, o aprendizado e a prática do xadrez desenvolvem as seguintes habilidades:

a. a atenção e a concentração;
b. o julgamento e o planejamento;
c. a imaginação e a antecipação;
d. a memória;
e. a vontade de vencer, a paciência e o autocontrole;
f. o espírito de decisão e a coragem;
g. a lógica matemática, o raciocínio analítico e sintético;
h. a criatividade;
i. a inteligência;
j. a organização metódica do estudo;
k. o interesse pelas línguas estrangeiras.

Deve-se ter em mente que o Xadrez reproduz uma situação de guerra, mas num contexto lúdico. Cada jogador funciona como um general na condução de um exército. Suas decisões são fundamentais para ganhar ou perder a partida, reproduzindo em escala diminuta o que poderia acontecer em uma batalha.
Acreditamos que o projeto Xadrez na Escola pode desenvolver as habilidades cognitivas citadas, bem como democratizar este jogo-arte-ciência, cuja origem e história perdem-se no tempo.

Atualmente no Brasil, a transcendentalidade no currículo escolar tem sido um dos aspectos mais positivos para a educação integral. Nesse aspecto, o Xadrez tem demonstrado, nos países em que é adotado como disciplina curricular, ser tão importante quanto as disciplinas artítisticas e científicas, pois enquanto esporte desenvolve habilidades; enquanto arte estimula a imaginação de, diante de inúmeras possibilidades que se apresentam, criar seqüências artísticas do jogo; enquanto ciência, exige acurado estudo teórico e a elaboração de cálculos precisos.

QUADRO COMPARATIVO DAS CARACTERÍSTICAS DO XADREZ E SUAS IMPLICAÇÕES EDUCATIVAS

Características do xadrez:
• Concentração enquanto imóvel na cadeira
• Fornecer um número de movimentos num determinado tempo
• Movimentar peças após exaustiva análise de lances seguintes
• Encontrado um lance, procura outro melhor
• De uma posição em princípio igual, direcionar a uma conclusão brilhante (combinação)
• O resultado indica quem tinha o melhor plano
• Entre várias possibilidades, escolher uma única, sem ajuda externa
• Um movimento deve ser conseqüência lógica do anterior, devendo apresentar o seguinte.

Implicações nos aspectos educacionais e de formação do caráter:
• Desenvolvimento do autocontrole psico-físico
• Avaliação da hierarquia do problema e a locação do tempo disponível
• Desenvolvimento da capacidade para pensamento abrangente e profundo
• Empenho no progresso contínuo
• Criatividade e imaginação
• Respeito à opinião do interlocutor
• Capacidade para o processo de tomar decisões com autonomia
• Capacidade para o pensamento e execução lógicos, auto-consistência e fluidez de raciocínio.

"A impossibilidade de conhecer o melhor lance em uma partida de xadrez é que eleva o xadrez de um jogo científico para uma forma de arte, um meio de expressão individual."
John R. Bowman (físico)

O xadrez como disciplina escolar

A idéia básica de se levar o xadrez até as escolas reside no fato de ele ser um esporte pedagógico, auxiliando no desenvolvimento das demais disciplinas curriculares. Quem não precisa, por exemplo, adquirir uma boa memória para guardar acontecimentos e datas quando está em uma aula de história? Qual de nós não tem necessidade de ter precisão nos cálculos matemáticos? Sem contar que o xadrez oferece um ambiente ímpar para desenvolvermos nossa criatividade, sendo ainda um excelente meio de recreação e de formação do caráter dos jovens.
Esses fatores, aliados a outros tantos, têm contribuído para que grande parte das escolas do sul do Brasil, além de inúmeras no estado de São Paulo e também em diversas regiões do país, adotem o xadrez como disciplina obrigatória ou opcional.
O imenso mérito do xadrez é que ele responde a uma das preocupações fundamentais do ensino moderno: dar a possibilidade de cada aluno progredir segundo seu próprio ritmo, valorizando assim a motivação pessoal do escolar.
Piaget mostrou quais eram as etapas da formação da inteligência da criança. Observando-se grupos de crianças jogando xadrez constata-se que os progressos atingidos nestas etapas seguem ritmos extremamente diferentes, o que permite concluir da importância de se aplicar uma pedagogia de níveis preferencialmente a uma pedagogia orientada para classes da mesma idade.
Enfim, numa época onde o sonho confesso de uma revolução pedagógica é aquele de eliminar a barreira professor-aluno, é preciso reconhecer no xadrez esta virtude: ele não aceita nem o respeito da idade nem aquele da notoriedade. O ensino enxadrístico pode inverter a relação professor-aluno, colocando em xeque as hierarquias instituídas na sala de aula.
Experiências realizadas em diversos países demonstram que o xadrez, quando utilizado como terapia ocupacional, contribui para a reinserção familiar e social de crianças, adolescentes e mesmo adultos infratores ou em liberdade assistida.
Além disso, quando ele é introduzido nas classes de baixo rendimento escolar, auxilia ao desenvolvimento do sentimento de autoconfiança visto que apresenta uma situação na qual os alunos têm a oportunidade de descobrir uma atividade onde podem se destacar e paralelamente progredir em outras disciplinas acadêmicas.

O xadrez como suporte pedagógico para outras disciplinas

Trabalhos em psicopedagogia demonstram que o xadrez é um precioso coadjuvante escolar, e até psicológico. Assim, pode-se utilizar inicialmente a motivação quase espontânea do aluno em relação ao xadrez visando provocar ou facilitar a sua compreensão em outras disciplinas. Em uma segunda etapa, extrapola-se o universo artificial criado pelas regras do jogo como modelo de estudos de situações concretas. Isto pode aplicar-se a todos os campos do conhecimento - à história, à sociologia, ao direito, à jurisprudência, à literatura, à epistemologia entre outros - e sobretudo à matemática e à pedagogia.

No que concerne à pedagogia, o xadrez permite repensar a relação professor-aluno. A estratégia do ensino é bem próxima da estratégia do xadrez, pois dialética e autocrítica ocupam um lugar primordial e o vencido se enriquece mais que o vencedor.

Além disso, o xadrez apresenta-se como um excelente instrumento na formação de futuros professores das mais diversas disciplinas uma vez que ele favorece a compreensão da estrutura do pensamento lógico, o que desenvolve a adequacidade de transmissão dos conhecimentos aos seus alunos.

No que concerne à matemática, podemos afirmar que o xadrez é um dispositivo eficaz para a aprendizagem da aritmética (noções de troca, valor comparado das peças, controle de casas, enquanto exemplos de operações numéricas elementares...), da álgebra (cálculo do índice de desempenho dos jogadores, que é assimilável a um sistema de equações com “n” incógnitas...) e da geometria (o movimento das peças é uma introdução às noções de verticalidade, de horizontalidade, a representação do tabuleiro é estabelecida como um sistema cartesiano...).

As aplicações xadrez-matemática são bastante vastas e não são necessariamente de nível elementar, já que elas podem concernir:

a. A análise combinatória e o cálculo de probabilidades;
b. A estatística;
c. A informática, e isto em dois níveis: aquele da gestão dos torneios e aquele da programação propriamente dita do jogo;
d. A teoria dos jogos de estratégia;

Entretanto, é no domínio da hemística que o futuro parece ser mais promissor. Se grandes matemáticos como Euler (1707-1783) e Gauss (1777-1855) trabalharam matematicamente problemas originários do xadrez - respectivamente o percurso do cavalo sobre as 64 casas do tabuleiro e o problema da colocação de oito damas sobre o tabuleiro - é possível adotar-se uma postura inversa. Assim, as regras e os métodos que conduzem à descoberta da solução de um problema enxadrístico podem ser aplicadas didaticamente à resolução de um problema de matemática. Isto permite qualificar tal esporte como um instrumento motivador de primeira grandeza para a educação matemática, na medida em que ele fornece uma reserva inesgotável de situações variadas de resolução de problemas.


Fonte: www.clubedexadrez.com.br

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A Evolução dos Sistemas Operacionais......

A História do windows
O Windows 3.1 (originalmente sob o nome de código Janus) foi lançado em 18 de Março de 1992. Ele era apresentado em 8 disquetes de alta densidade de 3,5" de 1,44 MB cada um. Tinha softwares para multimédia e fontes TrueType (aumenta muito o número de tipos de letras disponíveis) e era mais estável do que o Windows 3.0. Nesta versão permitiu o uso de um maior número de línguas de trabalho, incluindo o Cirílico e o Japonês. O Minesweeper substituiu o Reversi.

Precedido por --------Tempo de vida --------Sucedido por
Windows 3.x -------- 1990 - 1994 ------------- Windows 95


O Microsoft Windows 95 (nome de código Chicago) é um sistema operacional parcialmente de 32 bits criado pela Microsoft. Lançado em 24 de agosto de 1995, o Windows 95 revolucionou o mercado de sistemas operacionais e passou a vir instalado por padrão com o MS-DOS 7.0 (e não mais separado, como era antes), sendo o principal lançamento da empresa na década de 90. Entre outras coisas, efetivava o sistema de arquivos FAT-16 (ou VFAT). Os ficheiros (arquivos) puderam a partir de então ter 256 caracteres e não apenas 8 como sucedia nas versões anteriores. O salto do Windows 3.1 para o Windows 95 foi enorme e fez com que a Microsoft pulasse para ser a mais popular distribuidora de sistemas operacionais.

Um dos grandes problemas do Windows 95 era a instabilidade ao rodar aplicativos escritos para o Windows 3.x, pois o Windows 95 passava a executar a multitarefa cooperativa (exatamente como o Windows 3.x) entregando ao aplicativo o gerenciamento do processador e da memória, podendo resultar em travamentos e reinicializações do computador, caso o aplicativo executasse alguma tarefa indevida. Portanto, para evitar travamentos no Windows 95 (para quem ainda o usa), é bom evitar usar aplicativos escritos para o Windows 3.x.

Existe uma outra versão do Windows 95, lançada em 1996, chamada de Windows 95 OEM Service Release 2 (OSR 2), com suporte nativo ao sistema de arquivos FAT32. Já o Windows 95, a partir da revisão OSR 2.1, incluía o suporte nativo ao Barramento Serial Universal (USB) e ao Ultra DMA (veja tabela abaixo). Teve o encerramento de sua fabricação em 2007.

Precedido por ---------- Tempo de vida -------- Sucedido por
Windows 95 ----------- 1995 - 1998 --------------- Windows 98


O Microsoft Windows 98 (nome de código Memphis) é um sistema operacional produzido pela Microsoft que foi lançado em 25 de Junho de 1998, sendo o sucessor do Windows 95. A maior novidade desta versão era a completa integração do sistema operacional com a internet utilizando o Internet Explorer 4. Introduziu o sistema de arquivos FAT-32 e começou a introduzir o teletrabalho (só foi possível devido à integração do Web). Melhorou bastante a interface gráfica e incluiu o suporte a muitos monitores e ao USB. Mas, por ser maior do que o Windows 95 e possuir mais funções, era também mais lento e mais instável.

Uma atualização ao sistema operacional, o Windows 98 Segunda Edição (SE), foi lançado em 5 de Maio de 1999. Ele incluiu correções a muitos pequenos problemas, melhora no suporte a USB, e a troca do Internet Explorer 4.0 pelo Internet Explorer 5, que era significantemente mais rápido. Também foi incluído o Compartilhamento de Conexão a Internet, que permitiu que múltiplos computadores em uma Rede Local compartilhem uma única conexão a Internet através de NAT. Outras novidades incluem o programa Microsoft NetMeeting 3.0 e suporte integrado a drives de DVD-ROM[carece de fontes?]Ele também adicionou suporte à processadores mais novos. Além disso, nada foi feito de diferente. Essa atualização foi considerada como uma das melhores versões da família Windows. A atualização foi gratuita para aqueles que já possuíam a primeira edição do Windows 98.

Precedido por ----------- Tempo de vida ------- Sucedido por
Windows 98 ---------- 1998 - 1999 ------------- Windows 2000

O Microsoft Windows 2000 (também conhecido como Win2k) é um sistema operacional preemptivo, gráfico e de fácil aprendizagem que foi desenvolvido para trabalhar com um ou mais processadores de 32 bits em computadores na arquitetura x86. É parte de uma linha de sistemas operacionais denominada Microsoft Windows NT e foi lançado em 17 de fevereiro de 2000 sendo o sucessor do Windows 98. Ele está disponível em quatro versões: Professional, Server, Advanced Server e Datacenter Server. Adicionalmente, a Microsoft oferece o Windows 2000 Advanced Server - Edição Limitada, que foi lançado em 2001 e roda em processadores de 64 bits Itanium. O Windows 2000 é classificado com um sistema operacional de kernel híbrido, e sua arquitetura é dividida em dois modos: usuário e kernel. O "modo kernel" dá acesso total aos recursos do sistema e suporta a execução das aplicações em modo usuário, com acesso restrito aos recursos.

Todas as versões do Windows 2000 possuem em comum muitas funcionalidades, incluindo muitas utilidades de sistema como o Microsoft Management Console (MMC) e sistemas de gerenciamento de aplicação como o utilitário de desfragmentação de disco.

Precedido por ---------- Tempo de vida ------- Sucedido por
Windows 2000 ---------- 2000 - 2001 -------------- Windows ME

Precedido por ------ Tempo de vida --------Sucedido por
Windows ME ------ 2003 - 2007 ---------------Windows Server 2003

Lançado pela Microsoft em 24 de abril de 2003, o Microsoft Windows Server 2003, também conhecido como W2K3 ou simplesmente Windows 2003 é um sistema operacional da Microsoft de rede desenvolvido como sucessor do Windows 2000 Server. É também conhecido como Windows NT 5.2, e era nada mais do que o Windows XP reformulado. No seu núcleo está uma versão do Windows XP com algumas funções desligadas para permitir um funcionamento mais estável do sistema.

Tal como o Windows 2000, este apresenta o Active Directory como principal ferramenta para a administração de domínios. É um sistema utilizado estritamente em redes de computadores.

O Windows Server 2003 da Microsoft trouxe novas melhorias aos serviços de rede e ao Active Directory, que agora implementa mais funcionalidades em relação ao Windows 2000 Server.

Precedido por -----Tempo de vida ------ Sucedido por
Windows Server 2003 ---- 2007 - 2008 ------ Windows Server 2008 (Atual)


Windows Server 2008 é o atual sistema operacional de servidores da Microsoft, desenvolvido como sucessor do Windows Server 2003.

Lançado em 27 de fevereiro de 2008 o Windows Server 2008 foi conhecido pelo codename Server Longhorn até 16 de maio de 2008 quando Bill Gates, presidente da Microsoft, anunciou o nome oficial.


O Windows XP é uma família de sistemas operacionais de 32 e 64-bits produzido pela Microsoft, para uso em computadores pessoais, incluindo computadores residenciais e de escritórios, notebooks e media centers. O nome "XP" deriva de eXPerience, experiência em inglês. O Windows XP é o sucessor de ambos os Windows 2000 e Windows Me e é o primeiro sistema operacional para consumidores produzido pela Microsoft construído em nova arquitetura e kernel (Windows NT 5.1). O Windows XP foi lançado no dia 25 de Outubro de 2001, e mais de 400 milhões de cópias estavam em uso em Janeiro de 2006, de acordo com estimativas feitas naquele mês pela empresa de estatísticas IDC.[3] Foi sucedido pelo Windows Vista lançado para pré-fabricantes no dia 8 de Novembro de 2006 e para o público em geral em 30 de Janeiro de 2007. Suas vendas cessaram no dia 30 de Junho de 2008, porém ainda é possível adquirir novas licenças com os desenvolvedores do sistema até 31 de Janeiro de 2009 ou comprando e instalando as edições Ultimate ou Business do Windows Vista e então realizando o downgrade para o Windows XP.

As duas principais edições do sistema operacional são o Windows XP Home Edition, que é destinada a usuários domésticos, e o Windows XP Professional Edition, que oferece recursos adicionais, tais como o Domínio de Servidor do Windows, dois processadores físicos e é direcionada a usuários avançados e a empresas. O Windows XP Media Center Edition tem mais recursos de multimédia possuindo a capacidade de gravar e sintonizar programas de televisão, ver filmes de DVD, e ouvir música. O Windows XP Tablet PC Edition é designado a rodar aplicações com o toque de uma caneta usando a plataforma Tablet PC. Duas versões separadas de 64-bit do Windows XP foram lançadas, a Windows XP 64-bit Edition para processadores IA-64 (Itanium) e a Windows XP Professional x64 Edition para x86-64. Existe também o Windows XP Embedded uma versão mais leve do Windows XP Professional, e edições para mercados específicos, tais como o Windows XP Starter Edition.

O Windows XP é conhecido pela sua estabilidade e eficiência que melhoraram ao longo das versões 9x do Microsoft Windows. Ele apresenta uma nova interface gráfica, uma mudança que o tornou mais amigável do que versões anteriores do Windows. É também a primeira versão do Windows a usar um programa de ativação na luta contra a pirataria de software, uma restrição que não foi muito bem aceita por muitos usuários que defendiam a privacidade. O Windows XP também foi criticado por alguns usuários devido suas vulnerabilidades de segurança, sua fraca integração entre aplicativos, como o Internet Explorer 6 e Windows Media Player, e para funções de contas de usuário. Suas últimas versões com o Service Pack 2, o 3 e o Internet Explorer 7 resolveram alguns desses problemas.


Service Pack 1
O Service Pack 1 (SP1) do Windows XP, foi lançado em 9 de Setembro de 2002. Os recursos mais notados foram o suporte a USB 2.0 e o Definir Acesso e Padrões do Programa. Primeiramente os usuários especificavam qual browser e qual mensageiro instantâneo eles usariam, com acesso aos programas da Microsoft. O Service Pack 1a foi lançado ultimamente para remover o Microsoft Java Virtual Machine de acordo com a Sun Microsystems.

O suporte do Service Pack 1 e Service Pack 1a acabaram em 10 de Outubro de 2006.


Service Pack 2
O Service Pack 2 (SP2) (de nome de código "Springboard") foi lançado no dia 6 de Agosto de 2004, após detalhes severos, com ênfase na segurança. Anteriormente como nos outros service packs, o SP2 adicionou novas funcionalidades ao Windows XP, incluindo a instalação de um firewall, suporte à rede Wi-Fi com guia de introdução, bloqueador de pop-up no Internet Explorer, e suporte ao Bluetooth. Um dos maiores recursos de segurança adicionados foi o Windows Firewall que estava ativado por padrão, proteção avançada na memória e uma tecnologia chamada de NX Bit para proteger o processador de mais ataques virtuais; Além disso foi lançada a Central de Segurança do Windows um pacote de proteção que incluia o Firewall do Windows, a conexão com as atualizações automáticas e um antivírus que deveria ser instalado a parte. Outras novidades incluídas no pacote foram o Windows Media Player 9, o Directx 9.0c e o Windows Movie Maker 2 com uma nova interface, efeitos de vídeo e opções que foram incorporadas ao programa.

Service Pack 3
O Microsoft Windows XP Service Pack 3 (SP3) começou a ser desenvolvido em Março de 2007. A versão final foi lançada no dia 6 de Maio de 2008[17]..

O Service Pack 3 do Windows XP contém 113 atualizações de segurança e 958 correções . Não virá, entretanto, com o Windows Internet Explorer 7 ou mesmo o Windows Media Player 11 ; a possibilidade de inserir a chave do produto no final da instalação, tornando assim mais ágil a instalação do Windows; a presença do NAP (Network Access Protection); detecção de “Black Hole Router” para proteger o sistema contra roteadores que estão descartando dados; um ganho de aproximadamente 10% em perfomance no computador e o novo Microsoft Kernel Mode Cryptographic Module existentes no Windows Vista.

Precedido por ---------- Tempo de vida -------- Sucedido por
Windows XP ---------- 2001 - 2007 --------------- Windows Vista

O Microsoft Windows Vista é uma linha de sistemas operacionais desenvolvido pela Microsoft para uso em computadores pessoais, incluindo computadores residenciais e de escritórios, laptops, Tablet PCs e computadores Media Centers. Antes do seu anúncio em 22 de Julho de 2005, o Windows Vista era conhecido pelo nome de código Longhorn. Seu desenvolvimento foi concluído em 8 de Novembro de 2006; ao longo dos três meses que seguintes, foi lançado em etapas para fabricantes de computadores, de hardware e softwares, clientes comerciais e lojas de varejo. Foi lançado mundialmente no dia 30 de Janeiro de 2007, e foi disponibilizado para compra e download a partir do site da Microsoft. O lançamento do Windows Vista veio mais de cinco anos depois da introdução do seu predecessor, o Windows XP, sendo o período mais longo entre lançamentos consecutivos de versões do Microsoft Windows.

O Windows Vista possui centenas de novos recursos e funções, como uma nova interface gráfica do usuário, apelidada de Windows Aero, funções de busca aprimoradas, novas ferramentas de criação multimídia como o Windows DVD Maker, e completamente renovadas aplicações para redes de comunicação, áudio, impressão e subsistema de exibição. O Windows Vista também tem como alvo aumentar o nível de comunicação entre máquinas em uma rede doméstica usando a tecnologia peer-to-peer, facilitando o compartilhamento de arquivos e mídia digital entre computadores e dispositivos. Para os desenvolvedores, o Vista introduz a versão 3.0 do Microsoft .NET Framework, o qual tem como alvo tornar significantemente mais fácil para desenvolvedores escrever aplicativos de alta qualidade do que com a tradicional Windows API.

O principal objetivo da Microsoft com o Windows Vista, contudo, tem sido a de melhorar a segurança no sistema operacional Windows. Uma das mais comuns críticas ao Windows XP e aos seus predecessores são as suas geralmente exploradas vulnerabilidades de segurança e a total susceptibilidade a malware, vírus e buffer overflows. Em consideração a isso, o então presidente da Microsoft, Bill Gates, anunciou no começo de 2002 uma Iniciativa de Computação Confiável de grande escala na empresa a qual tinha como objectivo desenvolver a segurança nos softwares desenvolvidos pela empresa. A Microsoft declarou que priorizou a melhoria da segurança do Windows XP e Windows Server 2003 antes da conclusão do Windows Vista, atrasando assim seu lançamento.

Embora estas novas funcionalidades e melhorias de segurança tenham garantido opiniões positivas, o Vista também tem sido alvo de muitas críticas negativas da imprensa. As críticas relacionadas ao Windows Vista são os elevados requisitos de sistema, seus termos de licenciamento mais restritivos, a inclusão de uma série de novas tecnologias de gestão de direitos digitais que visam restringir a reprodução de mídia digital protegida, a falta de compatibilidade com certos programas e equipamentos "pré-Vista", e o número de solicitações de autorização do User Account Control. Como resultado dessas e outras questões, o Vista tem taxas de aprovação e satisfação mais baixas do que as do Windows XP.

Precedido por ----------Tempo de vida --------- Sucedido por
Windows VISTA ------------ 2007 -
Windows 7 --------------------2009 -
Windows 8 --------------------2011 - atual ---------------- Windows 10

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

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sábado, 22 de maio de 2010

Como enviar arquivos gigantes pela Internet via e-mail



Os equipamentos estão cada vez menores, mas os programas e arquivos parecem ser cada vez maiores e complexos. Além disso, também é cada vez maior o número de arquivos e documentos manejados cotidianamente pelos usuários. E então, na hora de enviá-los por e-mail... bem, a coisa se complica.

A capacidade de armazenamento das contas de webmail e o tamanho máximo dos anexos eram tema quente de debate (cobrar pela ampliação ou não, etc.) até que o Google, com seu Gmail, acabou com as especulações oferecendo, gratuitamente, 1 Gb de espaço, no início e agora, 2 Gb.

Ainda assim, nem todos os usuários têm contas de Gmail, ou porque não têm motivo para ter, ou porque não querem mudar seu endereço eletrônico, ou por qualquer outro motivo. E eles também precisam de uma solução. Elas existem. Compartilhar apresentações multimídia, músicas ou fotos de alta definição é posível, sim, e sem necessidade de usar o e-mail. Por exemplo:
As já mencionada contas de webmail de alta capacidade
Os sistemas online que permiten enviar e receber arquivos maiores
Os programas que associados às contas de correio comuns permitem fazer o mesmo
Truques para "enganar" os programas de correio

Agora, vamos descrever e explicar os serviços online que permitem a troca de arquivos maiores. Eles têm, em geral, o mesmo princípio de funcionamento:
Entrar na página
Indicar o endereço do destinatário
Buscar o arquivo a ser enviado no PC
Como opção, é possível indicar o endereço de quem envia e alguma mensagem para quem vai receber o arquivo
O arquivo sobe para o servidor do sistema, que gera um link para o download
Esse link é enviado ao destinatário por e-mail
O destinatário recebe o e-mail com o link que indica onde está o arquivo a ser baixado
Ele clica no link informado para baixar o arquivo e escolhe onde ele vai ser descarregado (como se faz quando se baixa um programa ou música, por exemplo)
Eventualmente se pode apagar o arquivo do servidor

Pontos negativos
Não permitem múltiplos destinatários
Há um limite no número de vezes que se pode enviar o mesmo arquivo
Depois de determinado período os arquivos são apagados do servidor
Velocidades baixas de upload e download. Os sistemas são mais lentos que outros métodos para subir/baixar arquivos, além de dependerem também da velocidade da conexão

Considerando esses princípios gerais, cada um dos sistemas citados abaixo tem suas particularidades:




WeTransfer (https://wetransfer.com/)


Com este serviço online, você pode mandar uma pasta de arquivos grandes (o limite é de 2 GB) e guardá-la por até duas semanas. Além disso, é possível escolher até 20 contatos para mandar a mesma mensagem.O processo é muito simples: você deve acessar o site, clicar no botão “+” para escolher os arquivos desejados, selecionar os contatos e informar o seu email. Depois disso, basta clicar em “Transferir” e pronto — fácil, não é?


SendThisFile (http://www.sendthisfile.com/)


É a versão gratuita de um serviço criado para profissionais e empresas (pagos, mas com muito mais funções). É preciso primeiro registrar-se como usuário. O arquivo subido é apagado em três dias. Por outro lado, não limita a quantidade nem o tamanho dos arquivos e permite atá três descargas por arquivo. Como os outros, não permite enviar um arquivo a múltiplos destinatários - mas as versões pagas o permitem, a partir de US$ 2,50, e também protegem o material com encriptação de 128 bits SSL, entre outras possibilidades.




Send6 (https://www.send6.com/)


O SEND6 funciona como se fosse um serviço de email normal, mas sem a etapa de login. Você simplesmente informa o destino da mensagem, a sua conta e escreve um texto. Com isso feito, basta anexar os arquivos que você quiser — é possível mandar seis documentos de até 50 MB.Caso a capacidade deste recurso não seja suficiente para os arquivos que você deseja enviar, é possível comprar pacotes que aumentam o limite de tamanho dos anexos. Você pode conferir os serviços oferecidos clicando aqui.


Zenlok (https://my.zenlok.com/)


Com o Zenlok, você pode mandar emails com até 1 GB de arquivos anexados. A maneira de mandar a mensagem é bem parecida com a das alternativas anteriores, pois você somente precisa procurar os documentos desejados, colocar o remetente e o destinatário e, depois disso, clicar em “Send”, é claro.A diferença é que você pode adicionar contatos como CC e BCC, além de ser possível o uso de título e mensagens no corpo do email. E, se você estiver disposto a pagar 315 yens (cerca de R$ 8) por mês, há um plano que permite 1 TB de armazenamento no banco de dados do site.




fonte: tecmundo

domingo, 16 de maio de 2010

Pesquisa de Trabalhos escolares....

www.infoescola.com O InfoEscola é um dos maiores sites para pesquisa de trabalhos escolares do Brasil. Navegue pelo site usando a caixa de pesquisa ou o menu de Conteúdo. Bons estudos!

domingo, 2 de maio de 2010

Como funciona a Lei de Murphy

Como funciona a Lei de Murphy
por Joshua Clark - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução
Você está preso em um congestionamento gigantesco e está louco para chegar em casa, mas para seu desânimo, percebe que todas as outras faixas parecem estar andando, menos a sua. Você muda de faixa, mas assim que passa para outra faixa, os carros param. Com o carro parado, você nota que todas as faixas (incluindo a que você acabou de abandonar) estão andando - menos a sua.


A Observação de Etorre da Lei de Murphy diz que a outra
faixa vai sempre andar mais rápido
Bem-vindo ao irritante mundo da Lei de Murphy. Essa expressão diz que tudo que pode dar errado vai dar errado. E pode ser isso mesmo. Não é devido a algum poder misterioso que a lei tenha. Na verdade, somos nós que damos importância à Lei de Murphy. Quando tudo dá certo, nem pensamos nisso. Afinal, esperamos que as coisas funcionem a nosso favor. Mas quando algo dá errado, procuramos razões.
Pense sobre caminhar. Quantas vezes você chegou ao seu destino e pensou "Nossa! Eu caminho muito bem"? Mas se você tropeça no meio-fio e rala o joelho, aposto que você vai pensar por que isso tinha que acontecer com você.
A Lei de Murphy tira vantagem da nossa tendência de enfatizar o negativo e não perceber o que é positivo. Ela se baseia nas leis da probabilidade - a possibilidade matemática de que algo vai acontecer.
A lei captura nossa imaginação. A Lei de Murphy e seus desdobramentos foram reunidos em livros e sites. Várias bandas têm seu nome e a Lei de Murphy também é um nome popular para pubs irlandeses e tavernas pelo mundo todo. Também foi o nome de um filme de ação.
Mas a Lei de Murphy é um conceito relativamente novo, que data da metade do século passado. O mágico Adam Hull Shirk escreveu em um ensaio em 1928, "De Como Evitar as Coisas", relatando que, em um ato de mágica, nove de dez coisas que podem dar errado geralmente dão errado [fonte: American Dialect Society (em inglês)]. Mesmo antes disso, ela era chamada de Lei de Sod, que diz que qualquer coisa ruim que pode acontecer a um pobre ingênuo vai acontecer. Na verdade, a Lei de Murphy ainda é chamada de Lei de Sod na Inglaterra [fonte: As Leis de Murphy (em inglês)].
Neste artigo, falaremos sobre a Lei de Murphy, suas conseqüências e o seu impacto no nosso mundo. Na próxima seção, veremos a história por trás da Lei de Murphy.
Quem foi o capitão Edward A. Murphy Jr.?
Acredite ou não, Murphy existiu e morou nos Estados Unidos até sua morte em 1990. O capitão Edward A. Murphy Jr. era engenheiro da Força Aérea. Apesar de ter participado de outros testes de design de engenharia nas suas carreiras civil e militar, foi um teste do qual ele participou - quase por acaso - que deu origem à Lei de Murphy.


"Gee Whiz" na Base da Força Aérea de Edwards
Em 1949, na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, oficiais conduziam os testes do projeto MX981 para determinar de uma vez por todas quantos Gs (a força da gravidade) um ser humano poderia suportar. Eles acreditavam que suas descobertas poderiam ser aplicadas a futuros designs de aviões.
A equipe usou um trenó foguete chamado "Gee Whiz" para simular a força de uma colisão aérea. O trenó andou a mais de 320 km/h em um trilho de 800 metros, chegando a uma brusca parada em menos de um segundo. O problema era que, para descobrir quanta força uma pessoa aguentaria, a equipe precisava de uma pessoa de verdade para fazer o experimento. É aí que entra o coronel John Paul Stapp. Stapp foi um físico de carreira da Força Aérea e se ofereceu para dar uma volta no trenó-foguete. Durante vários meses, Stapp andou várias vezes no aparelho e cada volta era uma tortura física. Ele acabou com ossos quebrados, concussões e vasos sanguíneos rompidos nos olhos, tudo em nome da ciência [fonte: Spark (em inglês)].
Murphy frequentou um desses testes, levando um presente: um conjunto de sensores que poderiam ser presos às cintas que prendiam Stapp ao trenó-foguete. Os sensores eram capazes de medir a quantidade exata de força G aplicada quando o trenó-foguete fazia a parada súbita, tornando os dados mais confiáveis.
Há várias histórias sobre o que aconteceu naquele dia e sobre quem contribuiu com o quê para a criação da Lei de Murphy, mas o que segue está bem próximo do que aconteceu realmente.
O primeiro teste depois que Murphy prendeu seus sensores nas cintas produziu uma leitura igual a zero - todos os sensores haviam sido conectados de forma incorreta. Para cada sensor, havia duas maneiras de fazer a conexão e cada um deles foi instalado de maneira incorreta.
Quando Murphy descobriu o erro, resmungou alguma coisa sobre o técnico, que foi supostamente responsabilizado pelo estrago. Murphy disse algo como "se há duas formas de fazer alguma coisa e uma delas vai resultar em um desastre, é assim que ele vai fazer" [fonte: Pesquisas Improváveis (em inglês)].
Pouco tempo depois, Murphy voltou para o Aeroporto Wright, sua base. Mas Stapp, conhecido por seu senso de humor e perspicácia, reconheceu a universalidade do que Murphy havia dito e em uma coletiva de imprensa disse que a segurança da equipe do trenó foguete deveu-se à Lei de Murphy. Ele disse à imprensa que a Lei significava que "Tudo que pode dar errado dá errado" [fonte: The Jargon File (em inglês)].
Bastou isso. A Lei de Murphy começou a aparecer em publicações aeroespaciais e, logo depois, caiu na cultura popular tendo inclusive sido transformada em livro nos anos 70.
Desde então, ela foi expandida. Na próxima seção, veremos algumas interpretações e conseqüências da Lei de Murphy.
Outras verdades universais
Apesar de a Lei de Murphy abordar muito bem o lado negativo e saturado das coisas, ela não se sustenta por si só. Desde sua popularização após os testes com o trenó-foguete na Base da Força Aérea de Edwards, observadores espertos criaram suas próprias leis.


O escritor de ficção científica Arthur C. Clarke criou
sua própria "lei não natural", a Terceira Lei de Clark
Algumas ficaram famosas, como o Princípio de Peter, que diz que todas as pessoas um dia serão inevitavelmente promovidas a seu nível de incompetência, ou o comentário de O'Toole sobre a Lei de Murphy, argumentando que Murphy era um otimista. Há milhares de regras, leis, princípios e observações que foram criadas a partir da Lei de Murphy. Algumas são engraçadas, outras são sábias e outras ainda são legais. Algumas são observações antigas, consagradas.
Observação de Etorre - a outra faixa sempre anda mais rápido.
Distinção de Barth - há dois tipos de pessoas: as que dividem as pessoas em tipos e as que não o fazem.
Leide Acton - o poder corrompe; o poder absoluto corrompe absolutamente.
Lei de Boob - o que você perdeu está sempre no último lugar em que você procura.
Terceira Lei de Clarke - qualquer sociedade suficientemente avançada é indistinguível de mágica.
Regra de Franklin - abençoado seja aquele que nada espera, pois não se desapontará.
Lei de Issawi do Caminho do Progresso - um atalho é a maior distância entre dois pontos.
Lei de Mencken - quem pode, faz. Quem não pode, ensina.
Lei de Patton - um projeto bom hoje é melhor que um projeto perfeito amanhã.
Cada um desses ditados explica algum aspecto do universo de maneira simples, algumas vezes engraçada. Mesmo assim, a Lei de Murphy continua sendo a avó de todos os ditados. O que essa lei tem que achamos que explica a vida tão bem? Na próxima seção, veremos porque a Lei de Murphy é um conceito tão universal.
O fatalismo e o apelo da Lei de Murphy


Fatalismo? Uma piscina intocada
é tudo o que resta depois que uma
casa foi destruída por um tornado
em Laguna Beach, na Califórnia.
Então por que a Lei de Murphy é um conceito tão universal? Afinal, quando chegamos perto de uma tomada com um plugue de dois pinosprojetado para encaixar de um jeito só, temos uma chance de 50% de encaixarmos do jeito certo. Por outro lado, também temos 50% de chance de encaixar errado. Talvez a melhor explicação para a nossa atração pela Lei de Murphy seja um senso latente de fatalismo.
Fatalismo é a idéia de que somos todos impotentes diante dos caprichos do destino. Essa idéia diz que as coisas que acontecem para nós são inevitáveis, como, por exemplo, aquele joelho ralado. É a idéia de que há uma certa lei universal em ação que gosta de brincar conosco.
O fatalismo contradiz outro conceito - o livre arbítrio. Essa é a idéia de que os homens possuem liberdade de escolha e que todas as nossas escolhas e as conseqüências que vêm com elas são de nossa responsabilidade.
Talvez nossa conexão com a Lei de Murphy seja o resultado do choque entre o livre arbítrio e o fatalismo. Por um lado, a Lei de Murphy nos revela nossa própria e inegável estupidez. Se tivermos a chance de fazer alguma coisa errada, faremos errado metade das vezes. Mas isto vem de nossas próprias escolhas. Por outro lado, a Lei de Murphy também nos revela nossa falta de controle, como no caso em que parece que sempre ficamos presos na faixa que não anda no trânsito.
A Lei de Murphy e a Lei da Entropia
Na verdade, a Lei de Murphy é sustentada por uma lei natural aceita: a entropia. Essa lei é usada com mais freqüência no estudo da termodinâmica - a maneira como a energia muda de uma forma para outra - e diz que, no universo, os sistemas tendem a acabar em desordem e confusão. A entropia, também conhecida como asegunda lei da termodinâmica, sustenta a afirmação da Lei de Murphy que diz que o que pode dar errado vai dar errado.
A Lei de Murphy não prova nada, não explica nada. Simplesmente expressa uma máxima: que as coisas vão dar errado. Mas nós esquecemos de que há outras forças em ação quando falamos da Lei de Murphy. Supostamente, foi o escritor Rudyard Kipling quem disse que não interessa quantas vezes você derruba uma fatia de pão no chão pois ela sempre cai com a manteiga para baixo. Kipling, autor de "O Livro da Selva" entre outros, fez uma observação que a maioria de nós sabe: a vida é difícil, quase ao ponto de ser engraçada.
Mas quanto à fatia de pão com manteiga, devemos levar em conta o fato de que um lado está mais pesado que o outro. Significa que no seu caminho até o chão, o lado mais pesado vai virar para baixo graças àgravidade, e não vai virar para cima de volta justamente por causa da gravidade. Afinal o lado da manteiga é mais pesado do que o lado sem manteiga. Então Kipling estava certo - uma fatia de pão com manteiga vai sempre cair com a manteiga para baixo.
Na próxima capítulo, falaremos sobre a Lei de Murphy na matemática e na ciência e saberemos como a lei pode tornar nossas criações mais seguras e confiáveis.
Evitando a Lei de Murphy
Enquanto a maioria de nós gosta da Lei de Murphy pela capacidade de explicar nosso senso de impotência em certos casos, outros enxergam a lei como uma ferramenta. Pelo menos uma pessoa a vê como uma equação matemática que pode prever as chances de processos darem errado. Joel Pel, engenheiro biológico da University of British Columbia (em inglês), criou uma fórmula que prevê a ocorrência da Lei de Murphy.

A fórmula usa uma constante igual a um, um fator inconstante e algumas variáveis. Nesta fórmula, Pel usa a importância do evento (I), a complexidade do sistema envolvido (C), a urgência da necessidade de o sistema funcionar (U) e a frequência com que o sistema é usado (F).
Em um ensaio escrito para a revista Science Creative Quarterly, Pel usa o exemplo de prever a ocorrência da Lei de Murphy quando um motorista precisa dirigir seu Toyota Tercel (em inglês) em um trajeto de aproximadamente 100 km até sua casa debaixo de uma tempestade sem que a embreagem quebre. Usando a Equação de Murphy, Pel chegou a uma resposta igual a 1, o que significa que a embreagem do Tercel com certeza vai quebrar em uma tempestade. Apesar de todos que conhecem um Tercel esperarem que isso aconteça, é um certo consolo saber que isso pode ser previsto matematicamente [fonte: Science Creative Quarterly (em inglês)].
A Lei de Murphy lembra aos engenheiros, programadores de computador (em inglês) e cientistas uma verdade muito simples: sistemas falham. Em alguns casos, a falha de um sistema significa que o experimento deve ser repetido. Em outros casos, o resultado de uma falha pode custar muito mais caro.
A NASA sabe disso. A agência espacial já teve inúmeras falhas e, apesar de o número ser proporcionalmente pequeno em relação ao seu sucesso, as falhas geralmente custam muito caro. Ironicamente, no caso de uma nave não tripulada em órbita, um conjunto de sensores tinha duas maneiras de ser conectado e - exatamente como aconteceu no teste Gee Whiz de Murphy - todos os sensores foram conectados de maneira incorreta. Quando os sensores não funcionaram como havia sido projetado, os pára-quedas, cujo propósito era diminuir a velocidade da nave não abriram, e a nave se estraçalhou no meio do deserto [fonte: MSNBC (em inglês)].
São exemplos como esse, junto com a consciência da Lei de Murphy, que levaram designers a instalardispositivos de segurança. Há vários exemplos desses equipamentos à nossa volta. Alguns são sistemas que usam escolhas limitadas para reduzir erros, como pinos de tamanhos diferentes em um plugue elétrico. Outros são mecanismos que evitam que as coisas passem de ruim para pior em caso de falha, como as máquinas de cortar grama que têm alavancas que precisam ser pressionadas para a máquina funcionar. Se a pessoa que opera a máquina soltar a alavanca, o cortador pára de funcionar.
Dispositivos de segurança também são conhecidos como "à prova de idiotas". Mas a Lei de Murphy tende a entrar em ação, mesmo quando todo cuidado foi tomado para garantir que falhas ou catástrofes não aconteçam. Isso nos leva à última lei relacionada à Lei de Murphy que mencionaremos: a Lei de Grave, que diz que "se você faz algo à prova de idiotas, o mundo criará um idiota melhor".

fonte: http://www.hsw.uol.com.br/

sábado, 1 de maio de 2010

Em busca da Felicidade

A maioria das pessoas procura a felicidade
como um fim, não como um caminho.
Talvez por isso ela se torne tão inacessível e tão rara.
Quando as pessoas compreenderem que o mundo
não é para ser disputado palmo a palmo, mas sim
compartilhado, quando deixarem de lado o desejo de
ser "o centro das atenções", talvez entendam que a
humildade é privilégio dos grandes, e apenas os
medíocres não sabem disso.
Aprendendo a respeitar as pessoas, as plantas e os
bichos como obras da mesma natureza que o fez,
o indivíduo cresce espiritualmente e melhora tanto
como pessoa, que não lhe sobra tempo para
criticar outras pessoas.
Caminhar ao lado de um amigo, sorrir inúmeras vezes
por dia, falar sempre de coisas boas, procurar conhecer
o lado bom das pessoas, esquecer os erros do passado,
cair (mas levantar sempre), sorrir (mesmo diante de uma
negativa), irritar-se em certas horas, mas procurar reverter
isso imediatamente, repudiar a inveja e a ingratidão são
atitudes que tornam nossa vida melhor, porém são
extremamente difíceis de seguir.
É uma questão de aprendizado, não acontece de forma
repentina. Mas... vale a pena tentar!
O indivíduo que consegue inserir em sua vida a prática
cotidiana de atitudes positivas, não se torna apenas
o melhor amigo, o melhor pai, o melhor chefe e a melhor
companhia.
Não faz apenas a felicidade dos outros, mas torna-se
verdadeiramente feliz.
Sua vida não se transforma num fardo a carregar,
cada vez mas pesado, sempre acrescido das desgraças vividas.
Ela se torna uma caminhada tranqüila, inesquecível,
gratificante e feliz.
Aproveite cada momento de sua vida, os pequenos momentos
é que fazem a felicidade...

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Traballhando com arquivos compactados no Linux...

Ark: Compactador gráfico para Linux
Para aqueles que procuram um programa gráfico para compactar e descompactar arquivos no Linux, o Ark é uma boa opção. Ele é capaz de compactar e descompactar vários formatos de arquivos (zip, rar, tar.gz, entre outros) bastando para isso que esses pacotes estejam instalados.

Para instalar o Ark utilize o gerenciador de pacotes da sua distribuição.No mesmo lugar pode-se instalar os pacotes mencionados para um completo funcionamento do Ark (rar, unrar, zip, unzip,7-zip,tar,gzip,bzip).

Uma vez instalado, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo a ser compactado ou descompactado para verificar as opções de compactação/descompactação disponíveis.

Como descompactar arquivos zip, rar, tar.gz, bz2, tar.bz2 pelo terminal
Para descompactar estes formatos de arquivos os comandos são simples:

zip:

gunzip nomedoarquivo.zip

rar:

unrar x nomedoarquivo.rar

tar:

tar -xvf nomedoarquivo.tar

tar.gz:

tar -vzxf nomedoarquivo.tar.gz

bz2:

bunzip nomedoarquivo.bz2

tar.bz2:

tar -jxvf nomedoarquivo.tar.bz2

domingo, 25 de abril de 2010

Ubuntu10.04 RC Desktop

Ubuntu10.04 RC Desktop – Sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela comunidade e é perfeito para notebooks, desktops e servidores...
O Ubuntu 10.4 Desktop é a nova versão desta popular distribuição Linux. Ele contém todos os aplicativos que você precisa: um navegador web (Firefox), suíte de escritorio (OpenOffice), comunicador instantâneo (Empathy), programas de video (GStreamer), reprodutor de áudio (Rhytmybox), jogos e muito mais.

Ele é e sempre será gratuito. Você não paga por nenhum encargo de licença. Você pode baixar, usar e compartilhar com seus amigos e familiares, na escola ou no trabalho, sem pagar nada por isto.

Roda em i386,i586,i686

Disponível nos idiomas: Português e Inglês

Faça o download:

ISO 1 (Instalação) 699MB

ubuntu-10.04-rc-desktop-i386.iso
1 mirror disponível (link direto)

fonte: www.superdownloads.com.br

baixe todas as distribuições linux em http://mirror.globo.com/ubuntu/releases/

Comandos Linux


Comandos Linux

"Muito embora o Linux possua diversas e ótimas interfaces gráfica (GUI's - Graphical User Interfaces) bastante amigáveis, dentre as quais destacamos o Gnome e KDE, como de resto todos os sistemas operacionais Unix, ainda requerem por vezes que façamos uso da linha de comando. O ambiente tradicional do Unix é o CLI (Command Line Interface), onde você digita os comandos para dizer ao computador o que ele deve fazer. Esse modo é extremamente poderoso e rápido, porém implica que você saiba para que serve cada comando e seus diversos parâmetros.”
ATENÇÃO: Lembre-se o Linux diferencia maiúsculas de minúsculas. Portanto, comando e COMANDO são coisas totalmente diferentes.

Para execução de muitos comandos é necessário ter privilégios de administrador, então como no Ubuntu o usuário root por questões de segurança se encontra desabilitado, será necessário o uso do "sudo". Assim sendo sempre que um comando necessitar deste privilégio, o mesmo estará precedido do sudo.

Adicione também o comando sudo na frente de todos os comandos, caso esteja trabalhando em um diretório ou em arquivos que não lhe pertencem (arquivos do sistema, por exemplo). Veja RootSudo para maiores informações sobre o sudo.


Documentação
man - Formata e exibe uma página man (man page) O comando man é usado para mostrar o manual de outros comandos. Tente "man man" para ver a página do manual do próprio man. Veja a seção "Man & Getting Help" para mais informações.

help - Exibe informações sobre os comandos internos do Bash. Ex.: ”help logout”

info - Exibe documentação no formato Info, sendo que a navegação pelo documento é feito por meio de comandos internos do Info. Ex.: ”info emacs”


Data e Hora
date - Exibe e edita a data e a hora atuais do sistema.

”date” para exibir a data e hora atual.

”sudo date 032914502007” para alterar a data e hora para 14:50 h de 29/03/2007.

cal - Exibe um simples calendário.

hwclock - Consulta ou define o relógio do hardware (Hardware Clock).

"sudo hwclock -s" para atribuir ao sistema a data e hora do hardware (BIOS).

"sudo hwclock --set --date=032914502007" para definir a data e hora do hardware como 14:50 h de 29/03/2007.


Informações do Sistema (Hardware e Processos)
df – Mostra o espaço em disco do sistema de arquivos usado por todas as partições. "df -h" é provavelmente o mais útil - usa megabytes (M) e gigabytes (G) em vez de blocos para relatar o tamanhos. (-h significa "human-readable").

du – Exibe o tamanho de arquivos e/ou diretórios. Se nenhum arquivo ou diretório for passado como argumento, será assumido o diretório atual. O uso da opção du -h tornará a apresentação mais simples de ser interpretada.

Para verificar o tamanho dos subdiretórios ao invés dos arquivos, utilize o comando abaixo.
"du -k -h --max-depth=1"

free – Este comando exibe a quantidade de memória livre e usada no sistema. "free -m" fornece a informação usando megabytes, que é provavelmente mais útil para computadores atuais.

arch – Exibe a arquitetura do computador. Equivale ao comando ”uname -m”.

lsdev – Lista o hardware instalado no computador, especificando os endereços de E/S (Entrada/Saída), IRQ e canais DMA que cada dispositivo esta utilizando.

lspci - Exibe informações sobre os barramentos PCI do computador e sobre os dispositivos a ele conectados.

lsusb - Lista informações sobre os barramentos USB do computador e sobre os dispositivos a eles conectados.

uname - Este comando exibe várias informações sobre o sistema, incluindo o nome da maquina, nome e versão do Kernel e alguns outros detalhes. É muito útil para verificar qual é o Kernel usado por você.

”uname -a” para exibir todas as informações.

”uname -m” para exibir a arquitetura da maquina. (Equivale ao ”arch”).

”uname -r” para exibir o release do sistema operacional.

lsb_release – Este comando fornece informações básicas do sistema operacional (LSB – Linux Standard Base) e sua distribuição.

”lsb_release -a” para exibir as informações completas do sistema conforme abaixo exemplificado.


user@computer:~$ lsb_release -a
LSB Version: n/a
Distributor ID: Ubuntu
Description: Ubuntu (The Edgy Eft Release)
Release: 6.10
Codename: edgy
top - Este comando exibe em tempo real informações sobre seu sistema Linux, processos em andamento e recursos do sistema, incluídos CPU, memória RAM e uso do swap, além do número total de tarefas sendo executadas.

O ”top” também nos permite a manipulação dos processos por meio de comandos interativos. Veja abaixo alguns dos comandos interativos mais importantes do ”top”.

”k” - Finaliza, ou seja, “mata” um processo.

”m” - Ativa/Desativa a exibição de informações da memória.

”M” - Ordena os processos pelo uso da memória residente.

”N” - Ordena os processos pelos seus PIDs.

”P” - Ordena os processos pelo uso da CPU (este é o padrão).

”ESPAÇO” - Atualiza imediatamente a visualização do quadro de processos.

”h” - Exibe a ajuda dos comandos interativos do ”top”.

”q” - Abandona o comando ”top”.

ps – Apresenta um quadro atual, porém estático dos processos que estão sendo executados no sistema.

”ps aux” para apresentar todos processos sendo executados, de todos usuários, incluído o nome do usuário a qual o processo pertence, mesmo os desvinculados de TTYs.

kill – Finaliza, ou no popular, “mata” processos sendo executados pelo seu PID, lhes enviando um sinal.

”kill -9 1345” para finalizar o processo de PID número 1345. Para saber qual PID de determinado processo que esta sendo executado pode ser utilizado o comando ps.

killall – Finaliza processos pelo nome ao invés do PID como faz o comando kill. Também assim como o comando kill, o killall envia um sinal para o processo.

”killall mozilla-firefox” para finalizar o processo mozilla-firefox, fechando com isso o navegador web Mozilla Firefox. O nome dos processos ativos pode ser observado com uso do comando ps.


Arquivos e Diretórios
pwd - O comando pwd lhe permite saber em qual diretório você está no momento, onde pwd significa "print working directory".

Executando "pwd" no diretório Desktop mostrará "~/Desktop". Observe que o Terminal do Gnome também mostra esta informação na barra de títulos da janela. Veja a imagem de exemplo no topo desta página.

cd - Este comando nos permite se deslocar entre a árvore de diretórios do sistema. Quando abrimos um terminal ou seção shell, você entra direto no seu diretório pessoal. Para mover-se pelo sistema de arquivos você deve usar o cd.

"cd /" para ir ao diretório raiz.

"cd" para ir ao seu diretório pessoal.

"cd .." para acessar um diretório de nível acima do atual.

”cd -” para voltar ao diretório que se encontrava antes de mudar.

Para navegar através múltiplos níveis de diretórios em só comando, use por exemplo, "cd /var/www", que o levará diretamente ao sub-diretório /www do diretório /var.

cp – Copia arquivos e diretórios.

"cp file foo" para fazer uma cópia exata do arquivo "file" dando-lhe o nome de "foo".

"sudo cp /etc/X11/xorg.conf /etc/X11/xorg.conf-bkp" para gerar uma cópia de segurança exata do arquivo "/etc/X11/xorg.conf" dando-lhe o nome de "/etc/X11/xorg.conf-bkp".

mv - Este comando move arquivos e diretórios, sendo muito usado também para renomear um determinado arquivo.

”mv arquivo1 arquivo2” para renomear o arquivo “arquivo1” localizado no diretório pessoal do usuário para “arquivo2” no mesmo local.

"mv foo ~/Desktop" moverá o arquivo "foo" para seu diretório Desktop sem alterar seu nome. Você deve especificar um novo nome se quiser renomear um arquivo.

ls - Comando utilizado para listar o conteúdo de um diretório. Usado com certas opções, é possível ver o tamanho dos arquivos, quando foram criados, e as permissões de cada um.

"ls ~" para mostrar os arquivos que estão em seu diretório pessoal.

”ls -hal ~” para mostrar os arquivos que estão em seu diretório pessoal, inclusive os ocultos (-a) em forma de uma listagem (-l) e com as informações de tamanho mais amigável a nós seres humanos (-h).

rm - Utilize este comando para remover (deletar) arquivos e opcionalmente diretórios. Por padrão o comando rm exibe um prompt onde o usuário deve confirmar a exclusão de cada arquivo, digitando a letra “y” seguido de “Enter”.

”rm arquivo1” para remover o arquivo chamado “arquivo1” do diretório corrente após confirmação no prompt.

”rm -f arquivo1” para remover o arquivo chamado “arquivo1” do diretório corrente sem que lhe seja exibido o prompt de confirmação.

”rm -R ~/temp/” para remover de forma recursiva o diretório /temp localizado em sua pasta pessoal e todo seu conteúdo, seja ele arquivos e outras arvores de sub-diretórios.

mkdir - Comando cuja finalidade é permitir a criação de um ou mais diretórios.

"mkdir musicas" para criar um diretório chamado “musicas” dentro do diretório corrente.

chmod – Altera as permissões de acesso de arquivos e diretórios, não alterando estes atributos de links simbólicos passados na linha de comando, mais sim as permissões dos arquivos aos quais eles se referem. Para maiores detalhes sobre o sistema de permissões de arquivos e diretórios no Linux aconselhamos este link aqui do Guia Foca GNU/Linux.


”chmod 744 file” para alterar as permissões do arquivo “file” de modo ao Dono ter total permissão (leitura, execução e escrita) enquanto que os usuários pertencentes ao Grupo e os Outros terão permissão apenas de leitura.

”chmod -R 744 temp/” para alterar as permissões de forma idêntica ao exemplo anterior, porém do sub-diretório /temp e todo seu conteúdo de forma recursiva.

chown – Altera o proprietário e o grupo de arquivos e diretórios.

”chown fulano:vendas file” para alterar o arquivo “file” para ter como Dono o usuário “fulano” e o Grupo como “vendas”.

”chown -R ciclano:compras temp/” para alterar o sub-diretório /temp e todo seu conteúdo de forma recursiva para ter como Dono o usuário “ciclano” e o Grupo como “compras”.

diff – Usado para comparar o conteúdo de dois arquivos, exibindo a diferença entre eles.

”diff file foo” para ver a diferença entre o conteúdo do arquivo “file” e o arquivo “foo”.

find – Comando utilizado para procurar por arquivos na arvore de diretórios. Se um caminho não for passado ao comando find a busca será feita no diretório corrente.

”find ~/temp/file” para procurar pela ocorrência de um arquivo chamado “file” no sub-diretório /temp do diretório pessoal do usuário.

locate – Pesquisa em uma base de dados de nomes de arquivos por nomes que satisfaçam um determinado padrão. O comando slocate é a versão segura do locate, pois não exibe arquivos para os quais o usuário não tenha permissão de acesso. Como a arvore de arquivos e diretórios esta sempre sendo atualizada é necessário que esta base de dados também o seja, por tanto é sempre aconselhável antes de executar estes comandos atualizar a base executando ”updatedb”.

”locate ~/file” para pesquisar por um arquivo que corresponda a expressão “file” no diretório pessoal do usuário. Como este comando pesquisa em um banco de dados, se não for passado ao comando o caminho desejado ele pesquisará em toda sua base de dados, correspondente a toda arvore de diretórios do sistema.

tar Usado para armazenar ou extrair arquivos TAR (Tape ARchive). Estes arquivos TAR são os chamados “tarfile” ou “tarball”.

”tar cvf my_ogg_files.tar *.ogg” para criar um arquivo TAR chamado “my_ogg_files.tar” contendo todos os arquivos de extensão “.ogg” do diretório corrente. Notar que a extensão “.tar” não é obrigatória, mais aconselhável para facilitar a identificação do arquivo.

”tar tvf my_ogg_files.tar” para exibir todo o conteúdo do arquivo TAR chamado “my_ogg_files.tar”.

”tar xvf my_ogg_files.tar” para extrair todo conteúdo do arquivo “my_ogg_files.tar” no diretório corrente.

”tar xvf my_ogg_files.tar musica1.ogg” para extrair apenas o arquivo chamado “musica1.ogg” do tarball “my_ogg_files.tar” no diretório corrente.

NOTA: Arquivos que possuem a extensão .tar.gz podem ser descompactados e extraídos com as opções xzvf do comando tar. Isto corresponde a usar o comando gunzip para descompactar o arquivo TAR e depois usar o comando tar xvf para extrair os arquivos.

gzip Compacta e opcionalmente descompacta arquivos regulares. Os arquivos compactados com o comando são substituídos por outro de menor tamanho com a extensão .gz porém preservando o dono, as permissões e datas de acesso e modificação.

”gzip arq1 arq2” para compactar os arquivos “arq1” e “arq2” gerando os arquivos “arq1.gz” e “arq2.gz” em substituição aos originais.

”gzip -d arq1” para descompactar o arquivo “arq1.gz” trazendo de volta o arquivo original “arq1”. A presença da opção -d equivale ao uso do comando gunzip.

bzip2 Compacta e opcionalmente descompacta arquivos regulares. Assim como o gzip, os arquivos compactados com este comando são substituídos por outro de menor tamanho com a extensão .bz2 porém preservando o dono, as permissões e datas de acesso e modificação. O algoritmo empregado por este comando permite uma maior compressão e também segurança dos arquivos gerados, porém o processo se torna um tanto quanto mais demorado.

”bzip2 arq1” para compactar o arquivo “arq1” gerando em substituição o arquivo “arq1.bz2”.

”bzip2 -9 arq2” para compactar o arquivo “arq2” pelo processo de máxima compressão gerando em substituição o arquivo “arq2.bz2”.

”bzip2 -d arquivo.bz2” para descompactar o arquivo “arquivo.bz2” trazendo de volta o(s) arquivo(s) original(is) que tinham sido previamente compactados.


Sistema de Arquivos
mount – Monta um sistema de arquivos tornando-o disponível para as operações de E/S (Entrada/Saída) em arquivos, ou exibe uma lista dos sistemas de arquivos atualmente montados.

”mount” para listar os sistemas de arquivos atualmente montados.

”sudo mount -t ext3 /dev/hda3 /media/hda3” para montar a terceira partição primária do disco hda (IDE1) formatado em EXT3 no diretório /media/hda3. É necessário que o diretório /media/hda3 tenha sido previamente criado para que o comando tenha sucesso.

umount – Desmonta um sistema de arquivos previamente montado que não esteja em uso.

”sudo umount /dev/hda3” para desmontar o dispositivo /dev/hda3. Para que o comando seja executado com sucesso é importante que o dispositivo não esteja em uso, como por exemplo com arquivos abertos ou mesmo estando dentro do diretório onde o mesmo se encontra montado.

fdisk – Gerencia por meio de uma simples interface de texto orientada por menus as partições de um disco. Ao executar o comando fdisk dispositivo basta pressionar a tecla m no prompt para ter acesso ao menu de opções que é bastante auto-explicativo, devendo se usar as setas de direção para movimentar-se pelo mesmo.

”sudo fdisk -l” para listar as tabelas de partições para todos dispositivos.

”sudo fdisk /dev/hda” para gerenciar a partição (ou partições) do dispositivo /dev/hda.

fsck – Verifica e opcionalmente repara um ou mais sistemas de arquivos. O fsck na realidade é apenas uma espécie de front-end de comandos específicos de acordo com o sistema de arquivos, que na realidade obedecem em geral ao formato fsck.nome_do_sistema_de_arquivos.

”sudo fsck -t ext3 /dev/hda3” para verificar o sistema de arquivos EXT3 do dispositivo /dev/hda3. O mesmo resultado poderia ser alcançado executando o comando da seguinte forma ”fsck.ext3 /dev/hda3”. O dispositivo deve obrigatoriamente estar desmontado para execução desta operação.

mkfs – Formata um dispositivo (geralmente uma partição de disco) criando um novo sistema de arquivos. O mkfs, assim como o fsck é apenas uma espécie de front-end de comandos específicos de acordo com o sistema de arquivos, que na realidade obedecem em geral ao formato mkfs.nome_do_sistema_de_arquivos.

”sudo mkfs -t ext3 /dev/hda3” para formatar o dispositivo /dev/hda3 em um sistema de arquivos EXT3. O mesmo resultado poderia ser alcançado executando o comando da seguinte forma ”mkfs.ext3 /dev/hda3”. O dispositivo deve obrigatoriamente estar desmontado para execução desta operação.

badblocks – Procura por blocos ruins em um dispositivo, geralmente uma partição de disco.

”sudo badblocks /dev/hda3” para verificar se o dispositivo /dev/hda3 se encontra com blocos ruins. Normalmente, dependendo do tipo e tamanho do dispositivo este procedimento é um tanto demorado, sendo que se nenhuma informação for retornada é porque blocos ruins não foram encontrados. Uma melhor alternativa ao comando seria ”sudo badblocks -o /tmp/file -n /dev/hda3”, onde o parâmetro -n forçaria um teste de leitura e escrita não-destrutivo e o -o /tmp/file geraria o arquivo /tmp/file com todas mensagens de saída do comando.


Usuários e Grupos
useradd - Cria um novo usuário ou atualiza as informações padrão de um usuário no sistema Linux. O comando useradd cria uma entrada para o usuário no arquivo “/etc/passwd” com informações do seu login, UID (user identification), GID (group identification), shell e diretório pessoal, e a senha criptografada deste usuário é armazenada no arquivo “/etc/shadow”.

”sudo useradd fulano” para criar o novo usuário “fulano” no sistema, cujo diretório pessoal do mesmo será “/home/fulano”.

”sudo useradd -d /home/outro_dir fulano” para criar o novo usuário “fulano” no sistema, porém com seu diretório pessoal se localizando em “/home/outro_dir”.

”sudo useradd -s /bin/sh fulano” para criar o usuário “fulano” definindo seu shell como sendo o sh. O shell padrão do Ubuntu, assim como a maioria das outras distribuições é o bash. Com esta opção “-s” é possível criar um usuário sem que o mesmo possa ter acesso a nenhum shell do sistema, bastando executar o seguinte comando ”useradd -s /bin/false fulano”.

”sudo adduser -g 600 -G 500,68 fulano” para criar o usuário “fulano” com grupo padrão de GID 600 e também pertencente aos grupos GID 500 e GID 68. Para saber os GID de cada grupo do sistema consulte o arquivo “/etc/group”.

NOTA: Com a mesma finalidade porém com mais opções informativas sobre o usuário a ser cadastrado existe o comando adduser. A configuração padrão usada pelos comandos useradd e adduser é definida em “/etc/default/useradd” e em “/etc/login.defs”.

userdel – Usado para remover uma conta de usuário do sistema, deletando todas entradas deste usuário nos arquivos /etc/passwd, /etc/shadow e /etc/group.

”sudo userdel -r fulano” para remover o usuário “fulano” do sistema deletando seu diretório pessoal e todo seu conteúdo.

usermod – Altera as informações de um usuário, editando diretamente as informações dos arquivos /etc/passwd, /etc/shadow e /etc/group.

”sudo usermod -d /home/novo_dir fulano” para criar um novo diretório pessoal para o usuário “fulano” em “/home/novo_dir”. Se quiser que o atual diretório do usuário seja movido para o novo diretório utilize a opção “-m” desta forma ”sudo usermod -d /home/novo_dir -m fulano”.

”sudo usermod -g 800 fulano” para alterar o grupo padrão do usuário “fulano” para GID 800.

”sudo usermod -s /bin/false fulano” para alterar o shell do usuário “fulano” para “/bin/false” não mais permitindo que o usuário faça login no sistema.

”sudo usermod -e 03/04/2007 fulano” para alterar a data de expiração da conta do usuário “fulano” para 03/04/2007.

”finger” - Exibe informações dos usuários do sistema. Se um usuário não for passado ao comando o mesmo apresentará informações de todos usuários atualmente logados.

”finger fulano” para exibir informações, como login, diretório pessoal, shell entre outras do usuário “fulano”.

passwd – Altera a senha de um usuário exibindo um prompt para que a nova senha seja fornecida, e logo depois repetida para confirmação. O usuário logado pode alterar a própria senha digitando apenas ”passwd”.

”sudo passwd fulano” para alterar a senha do usuário “fulano”.

”sudo passwd -l fulano” para bloquear a conta do usuário “fulano”.

”sudo passwd -u fulano” para desbloquear a conta do usuário “fulano”.

”sudo passwd -d fulano” para desativar a senha do usuário “fulano” deixando-o sem uma senha de acesso.

groupadd – Cria um novo grupo no sistema. Deve-se remover os usuários do grupo, antes de apagar o grupo, pois o Linux não faz nenhum tipo de verificação neste sentido.

”sudo groupadd novogrupo” para criar um novo grupo no sistema chamado “novogrupo”.

”sudo groupadd -g 800 novogrupo” para atribuir ao grupo “novogrupo” o GID 800.

groupdel – Exclui um grupo no sistema.

”sudo groupdel novogrupo” para excluir o grupo chamado “novogrupo”.

groupmod – Altera as informações de um grupo do sistema.

”sudo groupmod -n velho_grupo novo_grupo” para alterar o nome do grupo “velho_grupo” para “novo_grupo”.

”sudo groupmod -g 900 novo_grupo” para alterar o identificador do grupo chamado “novo_grupo” para GID 900.

id – Exibe os identificadores (IDs) reais e efetivos de usuário e de grupo de um usuário. Se não for especificado ao comando um usuário será exibido as informações do usuário atual.

”id fulano” para exibir os IDs de usuário e grupo do usuário “fulano”.


Utilitários de Texto
cat – Utilizado para concatenar arquivos exibindo o resultado na tela, sendo também utilizado para exibir o conteúdo de arquivos.

”cat arq” para exibir o conteúdo do arquivo chamado “arq”. Se desejar que as linhas do arquivo sejam enumeradas use a opção “-n” junto ao comando, desta forma ”cat -n arq”.

”sudo cat /etc/passwd /etc/group” para exibir na tela o conteúdo dos arquivos “/etc/passwd” e “/etc/group”.

”cat file1 file2 |less” para exibir na tela o conteúdo dos arquivos “file1” e “file2” porém fazendo a paginação das telas. Neste caso a opção “|less”, onde “|” é o chamado pipe, pode ser substituída também por “|more”, sendo que ambos comandos serão vistos posteriormente.

”cat arq arq1 arq2 > arq_final” para concatenar os arquivos “arq”, “arq1” e “arq2” e colocar o resultado em outro arquivo chamado “arq_final”. Notar que neste comando é feito uso do caractere “>” chamado de redirecionador de saída.

”cat arq3 >> arq_final” para inserir o conteúdo do arquivo “arq3” ao final do arquivo “arq_final”.

NOTA: O comando cat também pode ser usado para criar arquivos quando usado em conjunto com o “>” redirecionador de saída. Para criar um arquivo execute o comando ”cat > novo_arq” e digite o conteúdo desejado, usando a tecla “Enter” como separador de linhas e “Ctrl+D” para finalizar.

less – Faz a paginação de saídas muito extensas exibindo uma tela por vez.

”less arq” para exibir o conteúdo do arquivo “arq” de forma paginada. Para navegação e gerenciamento do comando use as teclas abaixo:

Para sair do aplicativo digite q (quit);

Use as teclas Page-Down, Ctrl+F ou Space para avançar nas páginas;

Use as teclas Page-Up ou Ctrl+B para voltar as páginas;

Use Enter para avançar apenas uma linha por vez;

Digite h para ver a lista das teclas disponíveis para navegação no comando.

NOTA: Para redirecionar a saída de outro comando para o less efetuar a paginação, use o “|” (pipe) conforme exemplo ”ls -hl |less”.

more – Semelhante ao comando less também faz a paginação de uma saída muito grande na tela. A sintaxe deste comando é semelhante ao do less, inclusive as teclas de navegação e o redirecionamento com uso do “|” (pipe).

grep – Usado para procurar por linhas em um arquivo que contenham expressões que satisfaçam um determinado padrão de busca.

”grep termo arq” para procurar por entradas no arquivo “arq” que correspondam a expressão “termo”.

”grep 'termo1 termo2' arq” para procurar por entradas no arquivo “arq” que correspondam as expressões “termo1” e “termo2”. Notar que quando a expressão é composta de mais de uma palavra deve ser usado aspas simples.

NOTA: Este comando comumente é utilizado em conjunto com outros comandos canalizados com o “|” (pipe) conforme abaixo exemplificado.

”sudo cat /etc/passwd |grep fulano” para procurar por uma entrada que corresponda a expressão “fulano” no arquivo “/etc/passwd”.

tail – Exibe as últimas linhas da saída de um arquivo. Por padrão se nenhum parâmetro diferente for passado ao comando será exibido as últimas 10 linhas do arquivo.

”tail -50 arq” para exibir as últimas 50 linhas do arquivo chamado “arq”.

”sudo tail -f /var/log/messages ” para continuar exibindo indefinidamente as últimas 10 linhas (padrão) do arquivo “/var/log/messages ”. Conforme o exemplo, esta opção “-f” é muito usada para verificar arquivos de log do sistema que estão sendo constantemente atualizados.

NOTA: Assim como o tail que exibe as últimas linhas de um arquivo, existe o comando head que faz exibir as primeiras linhas de saída de um arquivo.


Monitoramento de Acesso
w – Mostra quem esta logado no sistema e o que esta fazendo. Se não for especificado um usuário ao comando, será exibido informações de todos usuários logados.

”w” para exibir todos usuários logados e o que estão executando neste momento.

”w fulano” para mostrar informações do usuário “fulano” se o mesmo estiver logado no sistema.

who – Semelhante ao comando w mostra quais usuários estão logados no sistema.

”who -m” para mostrar o nome do usuário logado no sistema.

”who -q” para mostrar a quantidade total e nomes dos usuário conectados ao sistema.

whoami - Este comando fornece o mesmo resultado do comando ”who -m”.

last – Mostra todas informações referente as entradas (login) e saídas (logout) de usuários do sistema.

”last -a” para exibir estas informações mostrando o nome da maquina de onde foi efetuado os logins.

”last -d” para exibir estas informações mostrando o endereço IP da maquina de onde foi efetuado os logins.

”last reboot” para exibir um registro de todas as reinicializações efetuadas no sistema.

lastlog – Exibe informações referente ao último login de cada usuário cadastrado no sistema. Caso nenhum argumento seja passado, o comando lastlog exibe todas as informações armazenadas no arquivo “/var/log/lastlog” de todos os usuários do sistema.

”sudo lastlog -u fulano” para exibir informações referentes apenas ao último login do usuário “fulano.

”sudo lastlog -t 5” para exibir a lista dos usuários que logaram no sistema nos últimos 5 dias informando o dia e a hora do último acesso de cada um desses usuários.


Rede
ifconfig – Permite configurar as interfaces de rede, sendo o comando utilizado na inicialização do sistema para configuração destas interfaces. Caso nenhum argumento seja passado junto ao comando, o mesmo apenas irá exibir o estado das interfaces atualmente definidas.

”sudo ifconfig eth0” para exibir o estado e informações da interface de rede eth0.

”sudo ifconfig eth1 down” para desativar a interface de rede eth1.

”sudo ifconfig eth1 up” para ativar a interface de rede eth1.

”sudo ifconfig eth0 192.168.3.1 netmask 255.255.255.0 up” para configurar a interface de rede eth0 com endereço IP 192.168.3.1 e máscara da rede 255.255.255.0, ativando-a.

”sudo ifconfig eth1 hw ether 00:D0:D0:67:2C:05” para alterar o endereço MAC (MAC Address) da interface de rede eth1 para “ 00:D0:D0:67:2C:05”. É necessário que a placa de rede esteja desativada “sudo ifconfig eth1 down” para esta operação.

”sudo ifconfig eth0:1 10.0.0.2 netmask 255.255.255.0 up” para adicionar um segundo endereço de rede, com IP 10.0.0.2 e máscara 255.255.255.0 a interface eth0.

arp – Manipula o cache ARP (Address Resolution Protocol) do kernel.

”sudo arp 192.168.3.1” para exibir as entradas para o host 192.168.3.1. Se um host não for especificado, será exibido todas as entradas do cache.

NOTA: Esta ferramenta é muito útil quando se faz necessário descobrir o endereço MAC de um determinado host da rede.

ping Envia requisições ICMP para um determinado host. É uma ferramenta largamente utilizada para testar a conectividade entre uma maquina/rede local e maquinas/redes remotas.

”ping -c 5 200.106.28.125” para verificar se a maquina cujo endereço IP é 200.106.28.125 se encontra conectada e alcançável. É importante ressaltar que muitos servidores, principalmente de redes empresariais, podem bloquear requisições de pacotes ICMP em seu firewall, podendo assim parecer que determinada rede não se encontra alcançável.

route – Permite exibir a tabela de roteamento (configuração das rotas) IP do kernel, sendo que com uso das opções add e del permite também modificar esta tabela inserindo ou deletando registros.

”sudo route” para exibir a tabela das rotas atualmente ativas.

”sudo route add -net 192.120.10.0 netmask 255.255.255.0 dev eth0” para adicionar uma rota para rede 192.120.10.0 via interface de rede eth0.

”sudo route del -net 192.120.10.0 netmask 255.255.255.0 dev eth0” para remover a rota anteriormente adicionada.


Módulos carregáveis do Kernel
lsmod Lista todos módulos do kernel atualmente carregados na memória. Na realidade, o comando lsmod apenas lista o conteúdo do arquivo “/proc/modules”.

modinfo – Exibe informações sobre um determinado módulo carregado do kernel.

”sudo modinfo ip_tables” para exibir informações do módulo “ip_tables” que se encontra carregado na memória do sistema.

modprobe – Usado para gerenciar, ou seja, adicionar e remover módulos carregáveis do kernel. O modprobe lê o arquivo de dependências de módulos gerado pelo depmod, portanto devemos sempre antes executar o comando ”sudo depmod -a”.

”sudo modprobe iptable_nat” para carregar na memória o módulo “iptable_nat”.

”sudo modprobe -r ndiswrapper” para remover da memória o módulo “ndiswrapper”.


Shell (Bash) e Utilitários de Terminal
alias Tem como finalidade atribuir um “alias” (em inglês, significa outro nome) a outro comando, permitindo nomear um conjunto de comandos, a ser executado pelo sistema por um único nome. Caso nenhum parâmetro seja passado ao comando será listado todos alias atualmente definidos e ativos no sistema.

”alias ls='ls -hal --color'” para definir uma alias ls para o comando ls -hal que irá mostrar os arquivos que estão no diretório correntel, inclusive os ocultos (-a) em forma de uma listagem (-l) e com as informações de tamanho mais amigável a nós seres humanos (-h) e diferenciado por cores.

”alias fd='mount /dev/fd0 /mnt/floppy; cd /mnt/floppy && ls'” para criar um alias chamado fd que montará um disquete, acessando e listando seu conteúdo. Observe que, neste exemplo, foram usados dois diferentes separadores de comandos: ponto-e-vírgula e &&. Comandos separados por ; são executados em seqüência. Comandos separados por && são executados de forma condicional, ou seja, o comando após o separador só é executado se o comando anterior tiver sido executado com sucesso.

”alias mcdrom='mount /mnt/cdrom'” para criar um alias chamado mcdrom que ao ser executado monta o CD em uso.

NOTA: Estes aliases são criados apenas para a sessão ativa do usuário, ou seja, ao deslogar do sistema os mesmos se perderão. Para criar aliases permanentes ao sistema edite o arquivo .bashrc de seu diretório pessoal e inclua no mesmo os comando desejados. Em contrapartida ao comando alias existe o comando unalias que faz justamente o inverso, removendo os alias criados.

apropos Pesquisa por um padrão na base de dados do comando whatis que veremos logo abaixo, informando quais comandos do Linux correspondem a uma determinada expressão.

”apropos apropos” (1) - search the whatis database for strings (Procura por expressões na base de dados whatis), ou seja exibe todos comandos Linux que tenham alguma correspondência a expressão “apropos”, no caso apenas o comando apropos.

login Permite a um usuário efetuar o logon (estabelecer uma conexão) no sistema, bem como ser utilizado para efetuar o logon com um usuário diferente do atual.

”login fulano” para efetuar o login do usuário “fulano”.

”login -p fulano” para efetuar o login do usuário “fulano” sem destruir o ambiente do atual usuário.

logout Finaliza um login shell no console ou terminal. No modo gráfico, este comando encerra a sessão do usuário podendo fechar a janela do terminal, e em modo texto encerra a sessão do usuário levando-o de volta ao prompt de login do sistema.

”logout” O mesmo resultado pode ser alcançado executando o comando ”exit”.

su Permite alternar entre os usuários cadastrados do sistema, alterando o ID de usuário e grupo do atual usuário para outro usuário especificado.

”su fulano” permite alternar para o usuário “fulano” após senha de login correta.

”su fulano -c 'vim /home/fulano/arq1'” permite executar o comando vim abrindo o arquivo “/home/fulano/arq1” como sendo o usuário “fulano”. O uso desta opção -c não começa um novo shell, apenas executa um comando como sendo o outro usuário especificado.

sudo Permite a um usuário autorizado conforme configurado no arquivo “/etc/sudoers”, a executar comandos como se fosse o super-usuário (root) ou outro usuário qualquer. Veja RootSudo para maiores detalhes.

uname Exibe várias informações sobre o sistema. Caso nenhuma opção seja fornecida junto ao comando, apenas o nome do sistema operacional será exibido, equivalente a opção -s.

”uname -a” para exibir todas informações sobre o sistema.

whatis Pesquisa em uma base de dados que contem uma curta descrição dos comandos do sistema. Esta base de dados com os comandos do sistema é criada e atualizada com o comando ”sudo makewhatis”

”whatis sudo halt” para obter uma descrição resumida dos comandos sudo e halt.

whereis Usado para localizar o binário, o arquivos-fonte e a página man (manual) dos comandos do sistema.

”whereis ls” para descobrir onde se encontra o arquivo binário, os fontes e o manual (man) do comando ls.

which Exibe o caminho completo na hierarquia de diretórios para os comandos do sistema.

”which firefox” para exibir o diretório onde se encontra o programa “firefox”.

clear Limpa a tela movendo o cursor para primeira linha. Não existem parâmetros passados junto a este comando.

echo Permite exibir textos na tela. Este comando também exibe toda estrutura de diretórios e arquivos em ordem alfabética, porém sem formatar em colunas a listagem.

”echo 'Olá mundo!'” envia para saída de tela a expressão “Olá mundo!”.

”echo /etc/*” para listar todo conteúdo do diretório “/etc”.

halt, reboot, shutdown Respectivamente encerra, reinicializa e encerra ou reinicializa o sistema.

”sudo halt” para encerrar o sistema.

”sudo reboot” para reiniciar imediatamente o sistema. Este comando equivale aos comandos ”sudo init 6” e ”sudo shutdown -r now”.

”sudo shutdown -h now” para encerra o sistema imediatamente.

”sudo shutdown -h +15” para encerrar o sistema daqui a 15 minutos.

”sudo shutdown -r 20:30 'O sistema será reiniciado as 20:30 horas!'” para reiniciar o sistema as 20:30 horas enviando a mensagem "O sistema será reiniciado as 20:30 horas!" a todos usuários logados.

NOTA: O comando ”sudo init 0” também pode ser usado para encerramento do sistema. O comando shutdown é a forma mais segura de reiniciar e finalizar o sistema, advertindo os usuários logados e bloqueando novos logons.
.......::data e hora::..ama a teu o próximo como a ti mesmo e faça a ele somente o que gostaria que te fizessem.::....... 00:00:00

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FreeBSD é um sistema operacional usado para alimentar servidores, desktops e plataformas embarcadas modernos. Uma grande comunidade o desenvolveu continuamente por mais de trinta anos. Seus recursos avançados de rede, segurança e armazenamento tornaram o FreeBSD a plataforma de escolha para muitos dos sites mais ocupados e dispositivos de armazenamento e rede incorporados mais difundidos.

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MidnightBSD é um sistema operacional derivado do BSD desenvolvido com usuários de desktop em mente. Inclui todo o software que você espera para suas tarefas diárias - e-mail, navegação na web, processamento de texto, jogos e muito mais.

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O projeto OpenBSD produz um sistema operacional semelhante ao UNIX, baseado no 4.4BSD multiplataforma GRÁTIS . Nossos esforços enfatizam a portabilidade, padronização, correção, segurança proativa e criptografia integrada . Como um exemplo do efeito que o OpenBSD tem, o popular software OpenSSH vem do OpenBSD.

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O NetBSD é um sistema operacional de código aberto semelhante ao Unix, gratuito, rápido, seguro e altamente portátil. Ele está disponível para uma ampla gama de plataformas, desde servidores de grande escala e poderosos sistemas de desktop até dispositivos portáteis e incorporados.

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O DragonFly pertence à mesma classe de sistemas operacionais de outros sistemas derivados de BSD e Linux. Ele é baseado nos mesmos ideais e APIs do UNIX e compartilha o código ancestral com outros sistemas operacionais BSD. O DragonFly oferece uma oportunidade para a base do BSD crescer em uma direção totalmente diferente daquela adotada nas séries FreeBSD, NetBSD e OpenBSD.

OpenIndiana

OpenIndiana
OpenIndiana é um sistema operacional de computador Unix-like lançado como software livre e open source. É uma bifurcação do OpenSolaris, que após sua descontinuação do projeto pela Oracle visa continuar o desenvolvimento da distribuição da base de código binária OpenSolaris. O projeto opera sob a égide da Illumos Foundation. O objetivo declarado do projeto é para se tornar a distribuição OpenSolaris de fato instalado em servidores de produção, onde segurança e correções de bugs são requeridas gratuitamente".

ReactOS

ReactOS
ReactOS é um sistema livre de 1996 com licença GNU GPL, da fundação ReactOS, para computadores pessoais, com o objetivo de, compatibilidade de código binário com programas e controladores de dispositivos

Oracle Solaris

Oracle Solaris
Oracle Solaris é o melhor sistema operacional corporativo para banco de dados Oracle e aplicativos Java. Aprimoramentos focados em CPU, memória, sistema de arquivos, E / S, rede e segurança fornecem o melhor banco de dados, middleware e desempenho de aplicativos para cargas de trabalho Oracle.

DistroWatch.com

DistroWatch.com
DistroWatch é um site da internet mantido por Ladislav Bodnar e ativo desde 2001. Trata-se de um observatório das distribuições Linux e BSD. O sítio informa sobre novas distribuições, atualizações, lançamentos, resenhas e notícias sobre distribuições Linux.

libreCMC

libreCMC
libreCMC é uma distribuição GNU/Linux embarcada para dispositivos com recursos bastante limitados. Apensar de ser projetada para roteadores, ela oferece suporte a vários dispositivos e usos. Em 2015, LibreWRT se juntou ao libreCMC.

ProteanOS

ProteanOS
ProteanOS é uma distribuição nova, pequena e rápida para dispositivos embarcados. Os recursos de configuração de plataforma permitem que pacotes binários sejam configurados em tempo de compilação e de execução para hardwares e casos de uso diferentes.

MAMP

MAMP
O MAMP é um software que permite você rodar um servidor local com suporte a PHP e MySQL.Por isso, instalar o MAMP no Windows é uma excelente opção para quem deseja desenvolver sites em WordPress em seu próprio computador.. Dessa forma, não há a necessidade de contratar uma hospedagem durante o período de desenvolvimento do site.

WampServer

WampServer
WampServer (mais conhecido WAMP) é um software que efetua a instalação automática de um conjunto de softwares no computador, de modo a facilitar a configuração de um software interpretador de scripts local e um banco de dados no sistema Windows. Conjunto desenvolvido pela PHP Team sob licença GNU General Public License.

XAMPP

XAMPP
XAMPP é um pacote com os principais servidores de código aberto do mercado, incluindo FTP, banco de dados MySQL e Apache com suporte as linguagens PHP e Perl. De plataforma, software livre, que consiste principalmente na base de dados MySQL, o qual foi substituído pelo MariaDB(embora ainda seja utilizado MySql em algumas versões)[1], o servidor web Apache e os interpretadores para linguagens de script: PHP e Perl,além de um cliente FTP. O nome provem da abreviação de X (para qualquer dos diferentes sistemas operativos), Apache, MariaDB, PHP, Perl. É um método que torna extremamente fácil para os desenvolvedores a criar um servidor web local para fins de teste.[2] O programa está liberado sob a licença GNU e atua como um servidor web livre, fácil de usar e capaz de interpretar páginas dinâmicas. Atualmente XAMPP está disponível para Microsoft Windows, GNU/Linux, Solaris, e MacOS X.

Nginx

Nginx
Nginx (lê-se "engine x") é um servidor leve de HTTP, proxy reverso, proxy de e-mail IMAP/POP3, feito por Igor Sysoev em 2005, sob licença BSD-like 2-clause. O Nginx consome menos memória que o Apache, pois lida com requisições Web do tipo “event-based web server”; e o Apache é baseado no “process-based server”, podendo trabalhar juntos. É possível diminuir o consumo de memória do Apache, passando as requisições Web primeiro no Nginx, assim, o Apache não precisa servir arquivos estáticos, e pode depender do bom controle de cache feito pelo Nginx.

Servidor Apache

Servidor Apache
O Servidor HTTP Apache ou Servidor Apache ou HTTP Daemon Apache ou somente Apache, é o servidor web livre criado em 1995 por Rob McCool.

PHP

PHP
PHP (um acrônimo recursivo para "PHP: Hypertext Preprocessor", originalmente Personal Home Page) é uma linguagem interpretada livre, usada originalmente apenas para o desenvolvimento de aplicações presentes e atuantes no lado do servidor, capazes de gerar conteúdo dinâmico na World Wide Web.[3] Figura entre as primeiras linguagens passíveis de inserção em documentos HTML, dispensando em muitos casos o uso de arquivos externos para eventuais processamentos de dados. O código é interpretado no lado do servidor pelo módulo PHP, que também gera a página web a ser visualizada no lado do cliente. A linguagem evoluiu, passou a oferecer funcionalidades em linha de comando, e além disso, ganhou características adicionais, que possibilitaram usos adicionais do PHP, não relacionados a web sites. É possível instalar o PHP na maioria dos sistemas operacionais, gratuitamente. Concorrente direto da tecnologia ASP pertencente à Microsoft, o PHP é utilizado em aplicações como o MediaWiki, Facebook, Drupal, Joomla!, WordPress, Magento e o Oscommerce. Criado por Rasmus Lerdorf em 1995, o PHP tem a produção de sua implementação principal, referência formal da linguagem, mantida por uma organização chamada The PHP Group. O PHP é software livre, licenciado sob a PHP License, uma licença incompatível com a GNU General Public License (GPL) devido a restrições no uso do termo PHP.

phpMyAdmin

phpMyAdmin
phpMyAdmin é um aplicativo web livre e de código aberto desenvolvido em PHP para administração do MySQL pela Internet. A partir deste sistema é possível criar e remover bases de dados, criar, remover e alterar tabelas, inserir, remover e editar campos, executar códigos SQL e manipular campos chaves. O phpMyAdmin é muito utilizado por programadores web que muitas vezes necessitam manipular bases de dados. Normalmente, o phpMyAdmin é tratado como uma ferramenta obrigatória em quase todas as hospedagens da web, além de pacotes off-line, como o WAMPServer, XAMPP, EasyPHP e PHP Triad.

MariaDB

MariaDB
MariaDB é um SGDB que surgiu como fork do MySQL, criado pelo próprio fundador do projeto após sua aquisição pela Oracle.

MongoDB

MongoDB
MongoDB é um software de banco de dados orientado a documentos livre, de código aberto e multiplataforma, escrito na linguagem C++. Classificado como um programa de banco de dados NoSQL, o MongoDB usa documentos semelhantes a JSON com esquemas.

PostgreSQL

PostgreSQL
PostgreSQL é um sistema gerenciador de banco de dados objeto relacional, desenvolvido como projeto de código aberto.

SQLite

SQLite
SQLite é uma biblioteca em linguagem C que implementa um banco de dados SQL embutido. Programas que usam a biblioteca SQLite podem ter acesso a banco de dados SQL sem executar um processo SGBD separado.

MySQL

MySQL
O MySQL é um sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBD), que utiliza a linguagem SQL (Linguagem de Consulta Estruturada, do inglês Structured Query Language) como interface. É atualmente um dos sistemas de gerenciamento de bancos de dados mais populares da Oracle Corporation, com mais de 10 milhões de instalações pelo mundo.

SQL server

SQL server
O Microsoft SQL Server é um sistema gerenciador de Banco de dados relacional (SGBD) desenvolvido pela Sybase em parceria com a Microsoft. Esta parceria durou até 1994, com o lançamento da versão para Windows NT e desde então a Microsoft mantém a manutenção do produto.

Simplenote

Simplenote
um bloco de notas simples para sincronizar em todos os dispositivos.

virt-manager

virt-manager
O aplicativo virt-manager é uma interface de usuário de desktop para gerenciar máquinas virtuais por meio de libvirt. Ele visa principalmente VMs KVM, mas também gerencia Xen e LXC (contêineres Linux). Ele apresenta uma visão resumida dos domínios em execução, seu desempenho ao vivo e estatísticas de utilização de recursos. Assistentes permitem a criação de novos domínios e configuração e ajuste da alocação de recursos e hardware virtual de um domínio. Um visualizador de cliente VNC e SPICE embutido apresenta um console gráfico completo para o domínio convidado.

Docker

Docker
Docker é um software contêiner da empresa Docker, Inc, que fornece uma camada de abstração e automação para virtualização de sistema operacional no Windows e no Linux

Proxmox

Proxmox
Proxmox VE é um software completo de gestão de virtualização de servidor de código aberto. É baseado em virtualização KVM e virtualização baseada em contêiner e gerencia máquinas virtuais KVM, contêineres Linux (LXC), armazenamento, redes virtuais e clusters de alta disponibilidade.

VirtualBox

VirtualBox
VirtualBox é um software de virtualização desenvolvido pela empresa Innotek depois comprado pela Sun Microsystems que posteriormente foi comprada pela Oracle que, como o VMware Workstation, visa criar ambientes para instalação de sistemas distintos.

VMware Workstation Player

VMware Workstation Player
VMware Workstation Player, antigo VMware Player, é um pacote de software de virtualização para computadores x64 que executam o Microsoft Windows ou Linux, fornecido gratuitamente pela VMware, Inc.

Vagrant

Vagrant
Vagrant é um software de código aberto para criar e manter ambientes de desenvolvimento virtuais portáteis, utilizando VirtualBox, KVM, Hyper-V, Docker containers, VMware, e AWS. Ele tenta simplificar a gerência de configuração de software das virtualizações para aumentar a produtividade do desenvolvimento.

Syncthing

Syncthing
Syncthing é um programa de sincronização contínua de arquivos . Ele sincroniza arquivos entre dois ou mais computadores em tempo real, protegido com segurança de olhares indiscretos. Seus dados são apenas seus e você merece escolher onde eles serão armazenados, se serão compartilhados com terceiros e como serão transmitidos pela internet.

Webmin

Webmin
Webmin é um programa de gestão de servidor, que corre em plataformas Unix. Com ele, também pode usar o Usermin e o Virtualmin. O Webmin funciona como um centralizador de configurações de sistema, monitorização dos serviços e de servidores, fornecendo uma interface amigável, e que quando configurado com um servidor web, pode ser acedido de qualquer local, através de um navegador: https:\. Exemplo: https:\\172.168.5.12:10000

Cockpit

Cockpit
Cockpit é uma ferramenta opensource que permite administrar, em tempo real, sistemas Linux diretamente pelo navegador. Ela se torna uma excelente alternativa para Webmin e Ajenti, ferramentas já conhecidas pelos administradores de sistemas Linux. Com interface minimalista e facilidade para usar, além do suporte em monitorar múltiplos sistema simultaneamente, essa ferramenta promete consagrar-se no quesito monitoramento de sistemas Linux.

Zabbix

Zabbix
O Zabbix é uma ferramenta de monitoramento de redes, servidores e serviços, pensada para monitorar a disponibilidade, experiência de usuário e qualidade de serviços.

Bacula

Bacula
O Bacula é um conjunto de programas de computador de código aberto que permitem o gerenciamento de backups, restaurações e verificação de dados através de uma rede de computadores de diversos tipos. É relativamente fácil de usar e muito eficiente, enquanto oferece muitas funcionalidades avançadas de gerenciamento de armazenamento, as quais facilitam a encontrar e recuperar arquivos perdidos ou corrompidos.[1] Com ele é possível fazer backup remotamente de Linux, Solaris, FreeBSD, NetBSD, Windows, Mac OS X, OpenBSD, HP-UX, Tru64, AIX e IRIX.

FastCopy

FastCopy
O FastCopy é uma ferramenta avançada de gerenciamento de arquivos que permite copiar e transferir arquivos mais rapidamente que o Windows Explorer.

Aomei Backupper

Aomei Backupper
Faça backup, sincronização, restaure e clone seu sistema Windows, dados cruciais e aplicativos necessários com o mais simples provedor de serviços de backup.

Cobian Backup

Cobian Backup
Cobian Backup é um programa de backup de arquivos que pode ser usado para fazer backups automáticos de seus diretórios e arquivos. O Cobian Backup pode ser executado como um serviço ou como um aplicativo normal. Ele pode fazer backup em algum outro local no mesmo computador, na rede e até mesmo em um servidor FTP. O programa suporta compressão e criptografia. Cobian Reflector é o novato na família Cobian Backup, embora seja um programa totalmente novo. O Cobian Reflector é totalmente baseado em .NET. Além de todos os recursos do último Cobian Backup, possui suporte para transferências SFTP, é independente de DPI devido ao uso de gráficos vetoriais e Windows Presentation Foundation, e também se comporta como um programa de 64 bits em sistemas de 64 bits e como um programa de 32 bits em sistemas de 32 bits.

Duplicacy

Duplicacy
O Duplicacy vem com uma GUI baseada na web recém-projetada que não é apenas artisticamente atraente, mas também funcionalmente poderosa. Com apenas alguns cliques, você pode facilmente configurar backup, copiar, verificar e podar trabalhos que protegerão seus dados de forma confiável, enquanto fazem o uso mais eficiente de seu espaço de armazenamento.

Duplicati

Duplicati
O Duplicati é um cliente de backup gratuito, de código aberto, que armazena de forma segura cópias de segurança compactadas, incrementadas e incrementadas em serviços de armazenamento em nuvem e servidores de arquivos remotos. Funciona com:Amazon S3, OneDrive, Google Drive, Rackspace Cloud Files, HubiC, Backblaze (B2), Amazon Cloud Drive (AmzCD), Swift / OpenStack, WebDAV, SSH (SFTP), FTP e muito mais! Duplicati está licenciado sob LGPL e disponível para Windows, OSX e Linux (.NET 4.5+ ou Mono necessário).

Cyberduck - backup na nuvem.

Cyberduck - backup na nuvem.
O Cyberduck é um cliente gráfico livre de código aberto de FTP, SFTP, WebDAV e Amazon S3 para Mac OS X licenciado sobre GPL.[2] Ele suporta Ftp://TLS (FTP secured over SSL/TLS), usar AUTH TLS bem como o upload e download pelo método de arrastar-e-soltar e é habilitado para sincronizar arquivos e diretórios. Ainda é possível abrir editores de textos externos. Conta também com uma interface gráfica bem fácil de usar. Há disponível na página do Cyberduck um widget para o dashboard do Mac OS X.[2] Suporta o idioma Português. O programa existe desde 2003[1](usando Cocoa) e é escrito por David V. Kocher. O projeto é hospedado pela Universidade de Zurique, na Suíça.

Scribus

Scribus
Scribus é um programa gratuito de editoração eletrônica para sistemas Linux , Unix , macOS , OS/2 , Haiku e Windows licenciado sob a GNU General Public License .

ZfsOnLinux

ZfsOnLinux
O ZFS é um sistema de arquivos e gerenciador de volumes lógicos combinados projetado pela Sun Microsystems. Os recursos do ZFS incluem proteção contra corrupção de dados, suporte para altas capacidades de armazenamento, compactação de dados eficiente, integração dos conceitos de sistema de arquivos e gerenciamento de volume, instantâneos e clones de cópia em gravação, verificação de integridade contínua e reparo automático, RAID-Z e ACLs NFSv4 nativas.

Chess.com

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O IXC é um servidor de Xadrez Nacional que Valoriza e investe no que é nosso apoiando eventos, clubes, entidades, jovens, estudantes, professores e profissionais de Xadrez em nosso país.

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Programa para criar pendrive bootável.

Google Drive

Google Drive
Google Drive é um serviço de armazenamento e sincronização de arquivos que foi apresentado pela Google em 24 de abril de 2012.[1][2] Google Drive abriga agora o Google Docs, um leque de aplicações de produtividade, que oferece a edição de documentos, folhas de cálculo, apresentações, e muito mais. O Google Drive é considerado uma "evolução natural" do Google Docs (uma vez ativado substitui a URL docs.google.com por drive.google.com). Rumores sobre o Google Drive começaram a circular no início de março de 2006.[3] Com o lançamento do Google Drive, o Google aumentou o espaço de armazenamento do Gmail para 15 GB.

Mega sync

Mega sync
Mega é um serviço de armazenamento em nuvem e hospedagem de arquivos. O site foi lançado em 19 de janeiro de 2013 para coincidir com o aniversário de um ano do término do seu antecessor

Dropbox

Dropbox
Dropbox é um serviço para armazenamento e partilha de arquivos. É baseado no conceito de "computação em nuvem" ("cloud computing"). Ele pertence ao Dropbox Inc., sediada em San Francisco, Califórnia, EUA.

Onedrive

Onedrive
Um só lugar para tudo na sua vida. Armazene e compartilhe facilmente suas fotos, vídeos, documentos e muito mais - em qualquer lugar e em qualquer dispositivo, gratuitamente.

Media Fire

Media Fire
Media Fire é um serviço de hospedagem de arquivos ou um disco virtual criado em 2005, localizado no Condado de Harris, Texas, nos Estados Unidos. O registo é opcional, e gratuito.

pCloud

pCloud
pCloud é o armazenamento em nuvem criptografado mais seguro, onde você pode armazenar seus arquivos pessoais ou fazer backup de seu PC ou compartilhar seus documentos de negócios com sua equipe!

pCloud Transfer

pCloud Transfer
O pCloud Transfer é uma ótima solução para quem busca um serviço gratuito para transferência de arquivos grandes. O limite de 5 GB é mais do que suficiente para pequenos trabalhos e o envio é muito rápido e fácil, nem mesmo é necessário fazer um registro para isso. A interface é autoexplicativa e basta preencher os dados.

WeTransfer

WeTransfer
WeTransfer é um serviço online que possibilita aos usuários compartilharem arquivos de até 2 Gb, gratuitamente
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Visual Studio

Visual Studio
Microsoft Visual Studio é um ambiente de desenvolvimento integrado (IDE) da Microsoft para desenvolvimento de software especialmente dedicado ao .NET Framework e às linguagens Visual Basic (VB), C, C++, C# (C Sharp) e F# (F Sharp). Também é um produto de desenvolvimento na área web, usando a plataforma do ASP.NET, como websites, aplicativos web, serviços web e aplicativos móveis.

Delphi Community Edition

Delphi Community Edition
IDE Delphi grátis e completo para criar de aplicativos nativos para várias plataformas.Compartilhado gratuitamente com nossa comunidade de desenvolvedores autônomos, startups, estudantes e organizações sem fins lucrativos, o Delphi Community Edition é um IDE com todos os recursos para desenvolvimento de aplicativos iOS, Android, Windows e macOS a partir de uma única base de códigos Delphi (licença de uso comercial limitado). O Delphi Community Edition inclui um editor de códigos, eficientes ferramentas de depuração, acesso integrado e bancos de dados locais populares com dados em tempo real no momento do design, recursos de Bluetooth e IoT e um designer visual de interface de usuário com suporte para pixels perfeitos e estilo específico de plataforma.

Anaconda

Anaconda
Tecnologia de ciência de dados para pesquisa inovadora.uma vantagem competitiva.Um mundo melhor. O Anaconda oferece a maneira mais fácil de realizar ciência de dados Python/R e aprendizado de máquina em uma única máquina. Comece a trabalhar com milhares de pacotes e bibliotecas de código aberto hoje mesmo.

Jetbrains

Jetbrains
Ferramentas essenciais para desenvolvedores e equipes de software

Python

Python
Automatize suas tarefas, e acelere seus trabalhos diários.

Office365

Office365
Download Office365

Autodesk

Autodesk
Ferramentas de desenhos parametrizados

Solidworks

Solidworks
O SolidWorks é um software de CAD 3D (Computer-Aided Design) desenvolvido inicialmente pela SolidWorks Corporation que funciona no sistema operativo Windows.

ANSYS

ANSYS
ANSYS, Inc. é um desenvolvedor de programas de simulação para engenharia sediado em Canonsburg, Pensilvânia, Estados Unidos. A companhia foi fundada em 1970 por John A. Swanson, e denominada originalmente Swanson Analysis Systems, Inc.

MATLAB

MATLAB
MATLAB (MATrix LABoratory) trata-se de um software interativo de alta performance voltado para o cálculo numérico. O MATLAB integra análise numérica, cálculo com matrizes, processamento de sinais e construção de gráficos em ambiente fácil de usar onde problemas e soluções são expressos somente como eles são escritos matematicamente, ao contrário da programação tradicional.

OnlyOffice

OnlyOffice
OnlyOffice é um programa útil que pode criar documentos e editar todos os tipos de arquivos salvos em sua plataforma e sincronizar com serviços de terceiros, como Dropbox, Google Drive e outros. OnlyOffice possui uma interface muito intuitiva. Basta instalar o programa para começar a criar documentos, tabelas ou apresentações.

7-Zip

7-Zip
7-Zip é um compactador de arquivos de código aberto para o sistema operacional Microsoft Windows e Linux. O programa, desenvolvido por Igor Pavlov, é distribuído sobre a licença GNU LGPL, e compete diretamente com os programas de código-fechado WinZip e WinRAR. Atualmente o formato 7z, o principal formato de compactação do programa, é o que leva maior taxa de compactação, ganhando inclusive do formato RAR

Bitwarden

Bitwarden
O Bitwarden é um serviço de gerenciamento de senhas gratuito e de código aberto que armazena informações confidenciais, como credenciais do site, em um cofre criptografado.

Xmind

Xmind
mapas mentais

Gimp

Gimp
Editor Profissional de Imagens grátis. GIMP é um programa de código aberto voltado principalmente para criação e edição de imagens raster, e em menor escala também para desenho vetorial.

Inkscape

Inkscape
Editor de Imagens Vetoriais grátis. Inkscape é um software livre para editoração eletrônica de imagens e documentos vetoriais, com base numa versão mais avançada do antigo Sodipodi no qual teve origem. Trata-se assim de um fork considerado de sucesso.

Blender

Blender
Blender, também conhecido como blender3d, é um programa de computador de código aberto, desenvolvido pela Blender Foundation, para modelagem, animação, texturização, composição, renderização, e edição de vídeo. Está disponível sob a GNU GPL, versão 2 ou posterior. Modelagem 3D, animação, texturização, composição, renderização, e edição de vídeo grátis.

Dia

Dia
criador de diagramas

K3b

K3b
O K3b é um programa de computador que funciona como uma interface gráfica para a gravação de CD-ROMs e DVDs e funciona normalmente em sistemas operacionais da família Unix, tais como o Linux e o FreeBSD. Utiliza-se, para gravar mídias, dos programas cdrecord, cdrdao e growisofs. O K3b faz parte do projeto KDE.

Brasero Disc Burner

Brasero Disc Burner
O Brasero é um programa gratuito de gravação de disco para sistemas do tipo Unix, que serve como um front-end gráfico para cdrtools, cdrskin, growisofs e libburn. Licenciado sob os termos da GNU General Public License, o Brasero é um software livre.

LibreCAD

LibreCAD
Ferramenta para Desenho CAD 2D gratuita. LibreCAD é uma aplicação de desenho assistido por computador, ou Computer Aided Design, livre para o projetos em 2D. Ele funciona em GNU/Linux, Mac OS X, Unix e sistemas operacionais Microsoft Windows. LibreCAD foi desenvolvido como uma bifurcação do QCad Community Edition.

LibreOffice

LibreOffice
Suite Office gratuito. LibreOffice é uma suíte de aplicativos livre para escritório disponível para Windows, Unix, Solaris, Linux e Mac OS X. A suíte utiliza o formato OpenDocument — formato homologado como ISO/IEC 26300 e NBR ISO/IEC 26300 — e é também compatível com os formatos do Microsoft Office, além de outros formatos legados.

Shotcut

Shotcut
O Shotcut é um aplicativo de edição de vídeo gratuito e de código aberto para FreeBSD, Linux, macOS e Windows. Iniciado em 2011 por Dan Dennedy, o Shotcut é desenvolvido no MLT Multimedia Framework, em desenvolvimento desde 2004 pelo mesmo autor.

OpenShot

OpenShot
OpenShot Video Edit é um editor de vídeo estável, livre. É possível adicionar legendas e outros form OpenShot: Suporte a vários formatos de vídeo, audio e imagem. Integração com GNOME, KDE e BlackBox. Trilhas múltiplas. Integração com Blender e Inkscape para criação de títulos simples e animados. Efeitos de transição.

HandBrake

HandBrake
HandBrake é um programa multiplataforma e multitarefa em código aberto de conversão de arquivos de vídeo e DVD e Bluray para MPEG-4, disponível para Mac OS X, Linux e Windows. É compatível com equipamentos como: Apple TV, iPod, iPhone, Xbox 360, PlayStation 3 e PSP.

jDownloader

jDownloader
JDownloader é um gerenciador de download de código aberto, independente de plataforma e completamente escrito em Java.

League Of Legends

League Of Legends
Jogo online de estratégia.

Steam

Steam
Steam é um software de gestão de direitos digitais criado pela Valve Corporation ou Valve L.L.C., de plataformas digitais como jogos e aplicativos de programação e fornece serviços facilitados como atualização automática de jogos, e preços acessiveis aos usuários.

Xbox Game Pass

Xbox Game Pass
Seja o primeiro a jogar novos jogos no primeiro dia. Além disso, jogue centenas de jogos de alta qualidade no console, PC e nuvem. Com jogos adicionados o tempo inteiro, sempre há algo novo para jogar.

Netflix

Netflix
Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming sediada em Los Gatos, Califórnia, e que atualmente possui mais de 160 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos Estados Unidos, a empresa surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio.

Spotify

Spotify
Spotify é um serviço de streaming de música, podcast e vídeo que foi lançado oficialmente em 7 de outubro de 2008. É o serviço de streaming mais popular e usado do mundo. Ele é desenvolvido pela startup Spotify AB em Estocolmo, Suécia.

FileZilla

FileZilla
FileZilla é um cliente FTP, SFTP e FTPS de código livre para Microsoft Windows e GNU/Linux. É distribuído em licença GNU General Public License.

Kdenlive

Kdenlive
Kdenlive (KDE Non-Linear Video Editor) é um editor de vídeo open-source baseado no framework MLT e KDE. Com o lançamento do Kdenlive 15.04.0 passou a ser oficialmente parte do projeto oficial do KDE. Pacotes do Kdenlive estão livremente disponíveis para Linux, FreeBSD e Mac OS X sob os termos da GNU General Public License versão 2 ou posterior.

DaVinci Resolve

DaVinci Resolve
O DaVinci Resolve é um aplicativo de correção de cores e edição de vídeo não-linear para macOS, Windows e Linux, originalmente desenvolvido pela da Vinci Systems e agora desenvolvido pela Blackmagic Design.

FFmpeg

FFmpeg
FFmpeg é um programa de computador que grava, converte e cria stream de áudio e vídeo em diversos formatos. FFmpeg é um programa em linha de comando que é composto de uma coleção de software livre e bibliotecas de código aberto.

OBS STUDIO

OBS STUDIO
Open Broadcaster Software é um programa de streaming e gravação gratuito e de código aberto mantido pelo OBS Project. O programa tem suporte para o Windows 7 e posterior, OS X 10.10 e posterior e Ubuntu 14.04 e posterior.

KODI - Central Multimedia Completa

KODI - Central Multimedia Completa
O Kodi Entertainment Center, ou simplesmente Kodi é um software multimídia gratuito e de código aberto, criado e mantido pela XBMC Foundation, disponível para várias plataformas, permitindo assistir a filmes, programas, podcast, e outras fontes da internet.

Audacity

Audacity
Editor de Audio Profissional grátis. Audacity é um software livre de edição digital de áudio disponível principalmente nas plataformas: Windows, Linux e Mac e ainda em outros Sistemas Operacionais. O código fonte do Audacity está sob a licença GNU General Public License. A sua interface gráfica foi produzida utilizando-se de bibliotecas do wxWidgets.

Geogebra

Geogebra
Acesse livremente diversos aplicativos matemáticos para gráficos, geometria, 3D e muito mais!

GanttProject

GanttProject
GanttProject é um programa livre licenciado como GPL, baseado em linguagem Java. Género de projecto de programa de gestão, corre nos sistemas operativos Windows, Linux e Mac OS X. Inclui Diagrama de Gantt para projectos de calendarização de tarefas e recursos. Tem um número de opções de relatórios.

ProjectLibre

ProjectLibre
Project grátis - gerenciador de projetos

Stellarium Astronomy Software

Stellarium Astronomy Software
Stellarium é um planetário de código aberto para o seu computador. Ele mostra um céu realista em três dimensões igual ao que se vê a olho nu, com binóculos ou telescópio.

GnuPG

GnuPG
GNU Privacy Guard é um software livre alternativo ao conjunto de softwares criptográficos PGP da Symantec, e em conformidade com o RFC 4880, a especificação de rastreio de padrões IETF do OpenPGP. Versões modernas do PGP possuem interoperabilidade com o GnuPG e com outros sistemas compatíveis com o OpenPGP.

GNU Octave

GNU Octave
GNU Octave é uma linguagem computacional, desenvolvida para computação matemática. Possui uma interface em linha de comando para a solução de problemas numéricos, lineares e não-lineares, também é usada em experimentos numéricos. Faz parte do projeto GNU, é um software livre sob os termos da licença GPL. Foi escrito por John W. Eaton. Possui compatibilidade com MATLAB, possuindo um grande número de funções semelhantes

Scilab

Scilab
O Scilab é um software científico para computação numérica semelhante ao MATLAB que fornece um poderoso ambiente computacional aberto para aplicações científicas.

QGIS

QGIS
Um Sistema de Informação Geográfica livre e aberto

hashtagtreinamentos

hashtagtreinamentos
Aprenda a automatizar suas tarefas diárias

Ruby - Linguagem de programação

Ruby - Linguagem de programação
Ruby é uma linguagem de programação interpretada multiparadigma, de tipagem dinâmica e forte, com gerenciamento de memória automático, originalmente planejada e desenvolvida no Japão em 1995, por Yukihiro "Matz" Matsumoto, para ser usada como linguagem de script.

R - Linguagem de programação

R - Linguagem de programação
R é um ambiente computacional e uma linguagem de programação que vem progressivamente se especializando em manipulação, análise e visualização gráfica de dados. Na atualidade é considerado o melhor ambiente computacional para essa finalidade.

C++

C++
C++ é uma linguagem de programação compilada multi-paradigma e de uso geral. Desde os anos 1990 é uma das linguagens comerciais mais populares, sendo bastante usada também na academia por seu grande desempenho e base de utilizadores.

Code::Blocks

Code::Blocks
Code::Blocks é um ambiente de desenvolvimento integrado de código aberto e multiplataforma. Ele foi desenvolvido em C++, usando wxWidgets. Sua arquitetura é orientada a plugin, de forma que suas funcionalidades são definidas pelos plugins fornecidos a ele

FreePascal

FreePascal
Free Pascal (também conhecido pela sigla FPC) é um compilador 32bits/64bits para a linguagem Pascal (dialetos: Borland Pascal, Delphi Object Pascal e algumas extensões do Mac-Pascal), escrito em Pascal e distribuído sob a licença GPL. Ele possui alto grau de compatibilidade com o antigo Turbo Pascal bem como com versões recentes do Delphi (até a versão 7) e roda em várias arquiteturas (x86, x86-64, PowerPC, SPARC, ARM) e sistemas operacionais (Linux, FreeBSD, Mac OS X/Darwin, Mac OS classic, DOS, Win32, OS/2, Netware (libc e classic) e MorphOS). Sua RTL (RunTime Library - biblioteca de tempo de execução) é extensa, disponibilizando uma grande quantidade de funções, rotinas e classes prontas para o programador. O projeto atualmente é liderado por Florian Klaëmpfl mas conta com vários desenvolvedores espalhados principalmente pela Europa.

Lazarus

Lazarus
Lazarus é um ambiente de desenvolvimento integrado desenvolvido para o compilador Free Pascal. O software objetiva ser compatível com o Delphi e, ao mesmo tempo, suportar diversas arquiteturas e sistemas operacionais.

Eclipse

Eclipse
Eclipse é um IDE para desenvolvimento Java, porém suporta várias outras linguagens a partir de plugins como C/C++, PHP, ColdFusion, Python, Scala e plataforma Android. Ele foi feito em Java e segue o modelo open source de desenvolvimento de software.

Netbeans

Netbeans
O NetBeans IDE é um ambiente de desenvolvimento integrado gratuito e de código aberto para desenvolvedores de software nas linguagens Java, JavaScript, HTML5, PHP, C/C++, Groovy, Ruby, entre outras. O IDE é executado em muitas plataformas, como Windows, Linux, Solaris e MacOS.

Java

Java
Java para desenvolvedores